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Citado por dois delatores da Lava jato, Kassab nega ter recebido dinheiro ilegal da Odebrecht


Desde a última sexta (9) a imprensa vem noticiando denúncias envolvendo mais de 50 políticos, entre os quais o o ministro de Ciências, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD-SP), que esteve em Pará de Minas nesta segunda (12).

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As informações vazaram da proposta de delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, com as planilhas conseguidas pela Operação Lava Jato, assim como de outros executivos da empreiteira.

Durante o processo de investigação contra a empreiteira foi encontrado um suposto pagamento de R$ 15 milhões para o senador Aécio Neves e pelo menos R$ 2,5 milhões para Kassab.

No anexo encaminhado pelo ex-executivo à Procuradoria-Geral da República, “segundo informado pela empresa”, Aécio Neves seria identificado no sistema de pagamentos indevidos como “Mineirinho” e Kassab como “Kafta”.

No pedido de busca e apreensão da Polícia Federal da 26ª fase da Lava Jato, a chamada Xepa, Mineirinho foi apontado como o destinatário de R$ 15 milhões no final do ano de 2014.

O apelido “Kafta” consta em um relatório da Polícia Federal referente à 23ª fase da operação, batizada de Acarajé. Em uma planilha existe o registro de cinco pagamentos a “Kafta”, de R$ 500 mil cada um, também no fim de 2014.

O nome de Gilberto Kassab também foi citado em outra delação premiada da Odebrecht, nesta segunda-feira, 12 de dezembro, conforme publicado pelo jornal O Globo.

Segundo o jornal, o presidente da Odebrecht Transport Paulo Cesena citou em delação premiada na Operação Lava Jato doações da empresa no valor de R$ 14 milhões para o ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD); de R$ 4 milhões para o secretário do Programa de Parceria de Investimentos, Moreira Franco (PMDB); e de R$ 4,6 milhões para o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB).

A mesma reportagem cita que nas negociações para fechar a colaboração, Cesena narrou que doação para Kassab foi feita em 2013 e 2014. Na época, outro executivo do grupo, Benedicto Júnior, presidente da Construtora Noberto Odebrecht, lhe disse que a contribuição foi feita para apoiar Kassab nas eleições ao Senado em 2014 e nas campanhas do PSD.

Os pagamentos teriam ocorrido em razão da “proeminência” de Kassab no estado de São Paulo, onde a empresa teria parcela significativa de seu faturamento, informou “O Globo”. Nas planilhas em que a Odebrecht contabilizava repasses a políticos, o nome de Kassab aparece ligado à palavra “Projeto”.

Nesta segunda-feira (12), o ministro Gilberto Kassab visitou Pará de Minas para apresentar o programa Cidades Inteligentes e foi perguntado pela reportagem do Portal GRNEWS sobre as informações vazadas da delação premiada da Lava Jato que incluem seu nome. Gilberto Kassab respondeu que não tem conhecimento de qualquer recebimento de recursos ilegais:

Gilberto Kassab
delacaogilberto kassab

A delação premiada de 77 executivos da Odebrecht, incluindo seus proprietários Emílio e Marcelo Odebrecht ainda precisa ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Após isso o Judiciário poderá abrir processo contra os políticos citados e tomar as providências legais cabíveis.

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