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Chanceleres do Brasil e da Venezuela discutem crise migratória em Nova York

Antonio Cruz/Agência Brasil

Após a suspensão das relações entre Brasil e Venezuela, pela primeira vez os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e o venezuelano, Jorge Arreaza, terão uma reunião hoje (27) às 12h40 (horário de Washington, EUA) e 13h40 (horário de Brasília). O encontro será em Nova York aproveitando que ambos participam das reuniões da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

A conversa ocorre nove meses depois da expulsão do embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira, e do acirramento das críticas do governo brasileiro à gestão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e do êxodo de imigrantes venezuelanos.

No Brasil, a chegada diária de 600 a 800 venezuelanos, via Roraima, virou tema constante de política nacional e das eleições. O estado sofre com as ameaças de interrupção no fornecimento de energia da Venezuela e de ações de cooperação.

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, foi à Venezuela, no começo do mês, e esteve com autoridades venezuelanas que asseguraram que não haveria desabastecimento de energia na região.

Além do Brasil, Colômbia, Equador e Peru também estão entre os países que mais recebem venezuelanos. O chanceler venezuelano afirmou hoje que os “meios de comunicação fabricam um conflito em torno de uma suposta crise migratória”.

Após a suspensão das relações entre Brasil e Venezuela, pela primeira vez os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e o venezuelano, Jorge Arreaza, terão uma reunião hoje (27) às 12h40 (horário de Washington, EUA) e 13h40 (horário de Brasília).

O encontro será em Nova York aproveitando que ambos participam das reuniões da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

A conversa ocorre nove meses depois da expulsão do embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira, e do acirramento das críticas do governo brasileiro à gestão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e do êxodo de imigrantes venezuelanos.

No Brasil, a chegada diária de 600 a 800 venezuelanos, via Roraima, virou tema constante de política nacional e das eleições. O estado sofre com as ameaças de interrupção no fornecimento de energia da Venezuela e de ações de cooperação.

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, foi à Venezuela, no começo do mês, e esteve com autoridades venezuelanas que asseguraram que não haveria desabastecimento de energia na região.

Além do Brasil, Colômbia, Equador e Peru também estão entre os países que mais recebem venezuelanos. O chanceler venezuelano afirmou hoje que os “meios de comunicação fabricam um conflito em torno de uma suposta crise migratória”. Com Agência Brasil

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