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Governo de SP mantém estratégia de combate à febre amarela após informe da OMS

A estratégia do governo paulista na abordagem do combate à febre amarela continuará a mesma, após divulgação de informe da Organização Mundial de Saúde (OMS), que considerou o estado de São Paulo área de risco para a doença.

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“Nada do que a OMS disse vai mudar o que a gente vem fazendo desde 2016. Todas as estratégias para impedir a circulação do vírus estão sendo feitas, tanto em termos de captura de vetor, estratégias de vacinação e epidemiológicas”, destacou Regiane de Paulo, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.

Para a diretora, a recomendação da OMS é de caráter preventivo, já que a organização não pode prever os deslocamentos a serem feitos por um viajante no Brasil. “Para nós, que temos o território muito claro quais são as áreas de recomendação [de vacina], nada muda”, explicou. Ela cita como exemplo o estrangeiro que se desloca da capital paulista para Atibaia, onde há indicativo de vacinação. “A OMS não tem como fazer esse diagnóstico, então para eles é muito mais fácil fazer a recomendação geral.”

Em nota, o Ministério da Saúde confirmou que a estratégia para São Paulo está mantida e destacou que a recomendação da OMS é uma “medida ampliada de cautela”. “A determinação das áreas de vacinação foi feita de acordo com o acompanhamento da circulação do vírus, baseada no mapeamento epidemiológico das regiões. A vacinação está sendo intensificada nas áreas com risco de infecção pela doença”, diz o texto.

Campanha antecipada
O governo paulista anunciou hoje que irá antecipar a campanha de vacinação com a dose fracionada – equivalente a um quinto da quantidade padrão e com eficácia para 8 anos. De acordo com Regiane, a mudança busca trazer tranquilidade para a população.

“A gente está vendo hoje uma demanda muito grande das pessoas procurando sem necessidade vacinação em áreas urbanas”, explicou. Entre os municípios a serem vacinados prioritariamente, foi incluído São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, totalizando 54 cidades. Na capital, foram definidos 15 distritos administrativos.

Os municípios a serem vacinados prioritariamente não necessariamente estão com o vírus em circulação. Segundo Regiane, trata-se de uma medida preventiva, pois essas áreas contém corredores ecológicos. “Se eu tenho vetor [mosquito Aedes haemagogus e Aedes sabethes] e hospedeiro [primatas não humanos], é uma área de circulação, portanto é uma área que eu tenho que vacinar”, explicou. A expectativa é vacinar até 8 milhões de pessoas no estado.

A diretora destaca que, como o vírus em circulação é do tipo silvestre, não é o momento para vacinação de pessoas em áreas urbanas. “Depois eu vou trabalhar com as áreas estritamente urbanas. São momentos epidemiológicos diferentes que eu vou trabalhar. Não dá para fazer tudo de uma única vez”, justificou. O governo paulista espera imunizar todo o estado até o início de 2019. “Estamos falando de 42 milhões de pessoas”, apontou.

Dados
O último boletim epidemiológico do governo paulista, divulgado no dia 12, mostra que, desde janeiro de 2017, 21 pessoas morreram em decorrência da febre amarela no estado de São Paulo. Foram registrados, ao todo, 40 casos da doença.

Os dados estaduais são atualizados todas as sextas-feiras. Em relação a mortes e adoecimento de primatas, como macacos e bugios, foram 2.491 casos desde julho de 2016, sendo que a febre amarela foi confirmada em 617 animais. Com Agência Brasil

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