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Gestores de 150 municípios discutem desenvolvimento de cidades inteligentes

Reprodução

Representantes de 150 municípios se reuniram ontem (4) para debater o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil. O evento começou com a apresentação das cidades mais bem colocadas no ranking que avalia 70 itens de eficiência a partir de 11 eixos temáticos. A capital paranaense, Curitiba, foi eleita a cidade mais inteligente do Brasil, seguida por São Paulo e Vitória (ES).

Segundo a idealizadora do Connected Smart Cities, Paula Faria, os bons exemplos ajudam a mostrar caminhos para outros municípios que querem melhorar a gestão. “Quais são os resultados de quem já está fazendo para que as cidades irmãs, que tem características parecidas de população, tamanho e economia, possam também se inspirar e conseguir fazer as mesmas coisas para beneficiar as pessoas da sua cidade”, ressaltou.

Exemplos
O prefeito de Vitória, Luciano Rezende, disse que tem usado as ferramentas digitais para aproximar a gestão da população. “Quanto mais gente para dentro da prefeitura, menos gente do lado de fora reclamando. As pessoas reclamam e ajudam a gente a melhorar o que tem que ser melhorado”, afirmou. Como exemplo, o prefeito disse que o atendimento das unidades de saúde pode ser avaliado por mensagens de celular, o que tem ajudado a prefeitura a identificar deficiências específicas.

Também na área da saúde, o prefeito curitibano Rafael Greca disse que os agendamentos para atendimento na rede municipal agora são feitos pela internet. O prefeito apresentou ainda um projeto em que os alunos do ensino fundamental desenvolvem protótipos industriais para solucionar problemas cotidianos com impressoras 3D.

Paula Faria explicou que soluções como essas podem trazer benefícios em pouco tempo, melhorando procedimentos e a interação da população com os governos. Por outro lado, áreas como mobilidade exigem um trabalho que chega a exceder o tempo de uma única gestão. “Investimento em mobilidade é um investimento de médio e longo prazo. Por isso São Paulo sempre fica em primeiro lugar, porque há 20 anos decidiu investir nisso, e tem o maior número de [linhas de] metrô, ônibus e ciclovia”, ressaltou.

Assimetrias
Há ainda o desafio de melhorar a eficiência de cidades que enfrentam problemas na infraestrutura básica. “As cidades precisam trabalhar as questões básicas para depois trabalhar as questões de cidades inteligentes. Todos os conceitos de cidades inteligentes partem de uma base mínima de organização”, enfatizou.

Nisso, aparecem, inclusive, as assimetrias regionais do Brasil. “As cidades pequenas ou de outras regiões, como Norte e Nordeste, têm outra realidade. A pauta da discussão lá é totalmente diferente da Região Sul e Sudeste. É um pouco maios desafiador para as cidades menores ou que ainda não têm recursos, que ainda estão passando por problemas básicos, conseguirem dar esse salto”, acrescentou.

Para os municípios que já estão preparados para inovar nas formas de gestão, será aberta uma plataforma online que vai ajudar a dar visibilidade a boas experiências pelo país. O sistema se soma a um trabalho presencial que a Connected Smart Cities continuará a fazer.

“A gente vai organizar encontros com cidades que querem desenvolver os seus planos para ajudá-las a pensar isso com o ecossistema daquela região”, disse Paula. Com Agência Brasil

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