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Ana Cláudia Saldanha

  • Gerundiando

    Gerundiando

    Por Ana Cláudia Saldanha Eu vou morrer, é fato. Mas isto é tão irreal que afirmo uma certeza morta. ...

  • O caso do vestido de noiva

    O caso do vestido de noiva

    Por Ana Cláudia Saldanha Eram mais ou menos sete vestidos de noiva. A menina, pois era mesmo uma men...

  • O Canto do Galo

    O Canto do Galo

    Por Ana Cláudia Saldanha (História de natal para criança) As aves da terra acordaram em pavorosa. Er...

  • Sonha, coração

    Sonha, coração

    Por Ana Cláudia Saldanha Quantos sonhos temos para serem realizados antes do suspiro final? Não há n...

  • Que Flagra!

    Que Flagra!

    Por Ana Cláudia Saldanha Ele era bem casado. Um senhor respeitado. Um pai de família honrado. Uma fa...

Gerundiando

Por Ana Cláudia Saldanha Eu vou morrer, é fato. Mas isto é tão irreal que afirmo uma certeza morta. Não tenho consciência plena da morte. Nem eu, nem você, nem ninguém. Lucidez assim, minuto a minuto, enlouquece. Apenas vivemos a ermo. Olhamos ao espelho, logo de manhã, e não nos damos conta. Automatismos. Vamos, vamos! E vamos mesmo. Estamos indo: ...

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O caso do vestido de noiva

Por Ana Cláudia Saldanha Eram mais ou menos sete vestidos de noiva. A menina, pois era mesmo uma menina, experimentou cada um deles se sentindo uma verdadeira princesa. Como eu já havia assistido àquela cena uma centena de vezes, nada estranhei. Ela ia e voltava em frente ao espelho deslumbrada com a beleza do brilho das pedras bordadas, muitas já ...

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O Canto do Galo

Por Ana Cláudia Saldanha (História de natal para criança) As aves da terra acordaram em pavorosa. Era um diz-que-diz infernal. Tudo porque havia chegado a notícia de que aconteceria em breve um concurso para a escolha da ave que, com seu canto, anunciaria o nascimento do menino Deus que estava pra nascer. Era honra demais participar de tão sublime acontecimento. ...

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Sonha, coração

Por Ana Cláudia Saldanha Quantos sonhos temos para serem realizados antes do suspiro final? Não há nada de triste nesta pergunta. Há sim, um dedo de realismo e uma dose maior ainda de vontade de viver e principalmente de viver de verdade. Já passei por um “quase” e na época conclui que era muito importante uma mesa grande pra receber ...

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Que Flagra!

Por Ana Cláudia Saldanha Ele era bem casado. Um senhor respeitado. Um pai de família honrado. Uma família exemplar. Um chefe bondoso. Um amigo leal. Não lhe faltavam adjetivos. Certa tarde pegou o carro e foi relaxar no motel. Isto ninguém sabia, imaginava ou previa. Depois de suores fartos e uma ducha rápida, pediu a conta e, como sempre, sem ...

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O Futuro certo

Por Ana Cláudia Saldanha Eu vi meu avô dormindo sentado, enquanto a estrada rasgava a serra ressecada de agosto. Sua face também estava sulcada pelas estradas idas. Eu o transferi dali para minha despedida. Fôra um homem bonito, atado às curvas femininas, aos perfumes, à maciez da pele, aos prostíbulos, ao álcool e aos filhos. Fiel ao prazer, vivia dias ...

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A Radiola

Por Ana Cláudia Saldanha Comprara uma lixa de primeira. O vendedor até falou o número, mas ela não guardou. Era um detalhe supérfluo. Chegou em casa correndo e só trocou de roupa e foi lixar o móvel. Era uma radiola. A radiola de quatro portas ocupara o canto da sala e o centro as atenções. Por ela a voz de ...

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Maria Miguel

Por Ana Cláudia Saldanha Deitado sob os pés da Serra de São José, mais precisamente à direita, um grupo de casas miúdas, abraçadas, de janelas baixas, delineava a rua direita. Do lado de baixo a casa do Seu Agenor e da Dona e seus muitos filhos. Entre eles Maria Miguel. Ela estava a espiar a rua quando o filho do ...

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Noite

Por Ana Cláudia Saldanha Era noite. Eu estava sentada na escada de minha casa. Foi assim que constatei a existência da noite. Não sou louca. Há quarenta anos a noite deita sobre meu sono. (Passei algumas acordadas). Mas nunca eu havia percebido a noite como naquele momento. Uma noite imensa cheia de gemidos. Eram sons às vezes reconhecidos, outras vezes ...

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Amares

Por Ana Cláudia Saldanha Ana ficava na pedra, na beira do mar. Ana não era mais criança. Moça formosa, vestia o corpo deixando as pernas à mostra. Pernas beijadas de sol. No pescoço, usava colar de conchas. Era moça da praia. Morava na aldeia, em casa de sapé. Falava pouco a menina e tinha os olhos sempre perdidos no mar. ...

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Maria Pronta

Por Ana Cláudia Saldanha Maria! Lá estava Maria Pronta. Bem poderia ser: Maria… ou ainda: Maria. Mesmo que fosse: Maria? Ela continuava pronta. Às seis da manhã partiam. Desbravadores de terras já encontradas. Bravos e doloridos nunca encontravam o destino e se iludiam fazendo curvas. Era Maria Pronta, dona de histórias excêntricas… Está pronta Maria para ir e vir sempre, ...

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Ao vencedor, as batatas

Por Ana Cláudia Saldanha E não é que se casaram !? Namoraram pouco tempo e, apaixonados, não era possível mais viver separados. A noiva não fazia questão de festa, mas o pai do noivo não admitia um acontecimento deste sem uma festa de arromba que tratou logo de patrocinar. Mas o príncipe virou sapo na semana seguinte. Na lua-de-mel ele ...

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Polícia solta ladrão

Por Ana Cláudia Saldanha A mãe e a filha, o pai e o genro, numa noite fria de inverno jantaram fora e voltaram pra casa. Nada de mais ou menos, não fosse a surpresa que tiveram ao dar de cara com o ladrão corredor adentro na casa sozinha. Ora, um susto danado! Os homens notaram que o larápio estava desprovido, ...

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Um roubo inusitado

Por Ana Cláudia Saldanha A rua toda calçada de paralelepípedos. Casinhas miúdas, escoradas umas nas outras. Uma vizinhança centenária. As janelas, como olhos das casas, olhavam a tudo e todos que passavam. Um ar de coisa antiga as rodeava. Rua estreita de calçada mais estreita ainda. Nesta rua, vizinho era mesmo o parente mais próximo. Nos quintais das casas desta ...

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A Fofoqueira

Por Ana Cláudia Saldanha Maria!!! Gritou Tereza por cima do muro. E a nega lavava roupa e estendia no varal. Cantava toda afoita dizendo que era pra espantar o mal. Maria!!! Que distraída, não vê que te chamo, maldita!!! E a nega então fechou a torneira, Enxugou as mãos da lida e foi ouvir a companheira. Que há? Que foi? ...

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