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Governo desenvolve estratégias para integrar pessoas com deficiência ao mercado de trabalho

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A iniciativa da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese) de orientar pessoas com deficiência (PCD), que encontram dificuldades de entrar para o mercado de trabalho, fez a diferença na vida profissional da advogada Mariana Espeschit Ajudarte, de 32 anos. Com deficiência locomotora, ela conseguiu o primeiro emprego em um o escritório de advocacia com o auxílio do Sistema Nacional de Emprego.

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“Foram várias tentativas de procurar emprego sem sucesso. O cadastro no Sistema Nacional de Emprego e a intermediação da Sedese no processo da contratação me ajudaram a conquistar a vaga”, relembra Mariana. A advogada está trabalhando há quatro meses com o corpo de advogados da empresa. “Estou muito feliz. Vejo que o mercado de trabalho está se abrindo para receber o deficiente físico”, comenta.

Mesmo com a demanda por profissionais, o preenchimento dos postos de emprego ainda é tímido devido a alguns entraves, segundo a gerente da Central de Vagas do Sine da Região Metropolitana, Viviane Izidoro. Exigências por escolaridade e experiência são alguns deles. “Em outros casos, ainda existe a falta de adaptação e infraestrutura da empresa para acomodar esses trabalhadores”, conta.

Para reverter a situação e garantir que as vagas sejam ocupadas, a Sedese, por meio da Superintendência de Políticas de Trabalho e Emprego, promove diversos encontros e eventos com as empresas. Em agosto, por exemplo, estão previstos seminários com empregadores em municípios do Território Metropolitano: Ribeirão das Neves, Sabará, Ibirité, Nova Lima e Betim.

Outra inciativa organizada pela secretaria para reunir empregadores e trabalhadores diz respeito ao “Dia D” (Dia Nacional de Inclusão Social e Profissional da Pessoa com Deficiência e dos Beneficiários Reabilitados do INSS).

Viviane Izidoro enfatiza a importância de empregar um profissional com deficiência no quadro de funcionários. “Significa promover efetivamente a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho e não apenas cumprir a lei nacional de cotas para deficientes nas empresas”, argumenta.

A Lei 8.213/91, chamada Lei de Cotas, determina a obrigatoriedade de as empresas com cem ou mais empregados preencherem uma parcela de seus cargos com pessoas com deficiência.

De acordo com o Sine, os municípios de Belo Horizonte e Região Metropolitana contam com mais de 180 vagas de empregos disponíveis para pessoas com deficiência. São postos disponíveis para as três modalidades – fundamental, médio e superior. São oferecidas oportunidades de trabalho para o ensino técnico.

Encontre a sua vaga
Os interessados podem acessar o Portal Mais Emprego (maisemprego.mte.gov.br) e lá selecionar as opções de seu interesse, além de montar seu próprio perfil.

Quem preferir pode comparecer a um dos 133 postos do Sine, presentes em 121 cidades mineiras. Clique aqui para localizar o Sine mais perto de você.

Empresários interessados em orientações sobre como ofertar vagas ou candidatos com deficiência que queiram procurar cursos e vagas de emprego podem recorrer às unidades do Sine para obter outras informações ou acessar o Portal Mais Emprego. Com Agência Minas

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