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ICMBio se prepara para combater incêndios florestais

Com a chegada do período mais crítico da seca em boa parte do País (meses de agosto e setembro), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) montou estrutura para prevenir e combater incêndios florestais, muito comuns nessa época do ano.

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Segundo a Coordenação de Emergências Ambientais do ICMBio, foram contratados 1.170 brigadistas para atuar em 78 unidades de conservação (UCs), situadas majoritariamente em estados do bioma Cerrado, a região mais vulnerável nesse período.

Além disso, foram feitos cerca de 2.500 quilômetros de aceiros (faixa de terra roçada para evitar que o fogo que surge na parte de fora entre na unidade de conservação). Os aceiros são considerados uma medida preventiva fundamental para evitar os incêndios.

Equipamentos
Por outro lado, as unidades estão dotadas de veículos, moto-bombas, abafadores, bombas costais, radiocomunicação, entre outros equipamentos equipamentos de proteção individual (EPI) usados pelas brigadas anti-incêndio.

O ICMBio mantém, ainda, contratos para uso de aviões air tractor (que lançam água sobre a vegetação em chamas). Os contratos funcionam por demanda. As aeronaves só são chamadas a entrar em ação nos casos mais graves e em locais de difícil acesso por terra.

Juntamente a essas medidas, o ICMBio integra o Centro Integrado Multi-Agências (Ciman), que faz parte da estratégia do governo federal de controle de emergências civis e ambientais. O Ciman é composto, ainda, pelo Ibama, Funai, Inpe e Defesa Civil Nacional.

Há ainda articulações com estados para garantir o apoio dos bombeiros militares em caso de necessidade. A Coem mantém estreitas relações com os Corpos de Bombeiros do Rio de Janeiro, Minas, Bahia, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Distrito Federal.

Capacitação
Desde a sua criação, há dez anos, o ICMBio tem se esforçado na capacitação de servidores para melhorar as respostas às ações de prevenção e combate a incêndios florestais.

Atualmente, existem 80 servidores que atuam como instrutores de brigada, inúmeros peritos de investigação de causas e origem de incêndios florestais e gestores capacitados no exterior em planejamento de ações de combate e prevenção.

A cada ano, o Instituto forma aproximadamente 3.000 brigadistas, residentes no interior ou entorno das unidades de conservação. Muitos deles, mesmo não contratados, integram brigadas voluntárias para ajudar nas emergências.

Ação humana
No ano passado, os incêndios florestais queimaram 974,4 mil hectares em unidades de conservação federais, localizadas nos mais diferentes biomas. Além de mobilizar recursos humanos e financeiros, o fogo causa, principalmente, enormes danos à biodiversidade brasileira.

O mais trágico de tudo isso, segundo a Coem, é que a quase totalidade dos incêndios é provocada pela ação humana, em alguns casos por negligência (condutas irresponsáveis) e em outros por intenções deliberadamente criminosas.

Entre as principais causas de incêndios florestais, ainda de acordo com a Coem, estão a limpeza de pastagem para agricultura e pecuária, a queima de entulho, as fogueiras e a prática ilegal de soltar balões.

Recomendações
Para garantir a proteção do meio ambiente, os gestores da coordenação dão as seguintes recomendações:

Moradores ou vistantes de áreas verdes
– Evite o uso do fogo, que deve ser substituído por lanternas ou outros equipamentos não inflamáveis.

– Evite, também, a queima de lixo e entulho em áreas de vegetação. O ideal é que esse tipo de material tenha destinação adequada, como aterros sanitários, coleta seletiva, compostagem (técnica de reciclagem do lixo orgânico), entre outras.

Agricultores e pecuaristas
– Adote medidas preventivas para que o fogo não se torne um incêndio. Produtores rurais usam o fogo para limpar o terreno para plantio, combater pragas e renovar a pastagem. A queima controlada é passível de autorização em alguns estados.

– Para realizar uma queima dentro da legalidade, o produtor rural deve antes obter uma autorização no órgão ambiental competente, que fornecerá todas as orientações necessárias (período e horários permitidos, por exemplo). Porém, o fogo para agricultura e pecuária deve ser evitado nos meses mais secos e quentes do ano. Com ICMBio

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