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Eleição da Assembleia Constituinte na Venezuela foi aberta com voto de Maduro

Miguel Gutierrez/Agência Lusa

Com o voto do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi aberta neste domingo (30) a eleição dos representantes da Assembleia Nacional Constituinte, um órgão que terá poderes ilimitados para promover reformas e mudar o ordenamento jurídico do país.

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A chegada do presidente ao centro de votação foi transmitida ao vivo pela emissora estatal VTV, com o slogan primeiro voto pela paz. Maduro votou pouco depois das 6h locais (7h em Brasília), quando estava previsto a abertura das urnas.

As eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, que não contam com a participação da oposição, ocorrem apesar da rejeição de grande parte dos setores sociais do país e da comunidade internacional. Protestos contra a medida iniciados em abril já deixaram 109 mortos, milhares de feridos e quase 5 mil presos.

“Quis ser o primeiro voto pela paz, pela soberania e pela independência da Venezuela. Hoje é um dia histórico”, disse Maduro após votar, acompanhado de alguns observadores internacionais que foram convidados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). O segundo voto foi dado pela primeira-dama, Cilia Flores, também candidata à Assembleia Constituinte.

Esperança e amor
Maduro reiterou o pedido para que os cidadãos votem com “fé, esperança e amor” para “buscar a reconciliação, a justiça, a verdade e superar os problemas que temos”.

A oposição, que não participa do processo por considerá-lo fraudulento, convocou seus simpatizantes para bloquear as ruas de cidades dos 23 estados da Venezuela. A maior concentração vai ocorrer na estrada Francisco Fajardo, principal via de Caracas.

“Peço a Deus todas as bênçãos para que o povo possa exercer livremente seu direito democrático”, afirmou hoje Maduro, citando o esquema montado pelo Conselho Nacional Eleitoral para enfrentar o que o órgão chama de “ameaça democrática”.

A Assembleia Nacional Constituinte é criticada por vários governos, que pediram a Maduro para suspender a eleição. Um dos principais pontos questionados é a falta de um referendo prévio para autorizar o processo, um requisito adotado em 1999, quando a atual Carta Magna da Venezuela foi redigida e sancionada. Ontem (29), houve confrontos nas ruas entre forças policiais e opositores. Com Agência Brasil/Agência EFE

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