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Deputado federal diz que clima é de incertezas e aguarda definição sobre situação de Eduardo Cunha

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A crise política em Brasília parece que está muito longe de um ponto final e a cada dia novas revelações da Operação Lava Jato atingem grandes nomes na maioria dos partidos no Congresso Nacional.

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Nos últimos episódios de impacto, divulgações de conversa entre o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), o presidente do Senado, Renan Calheiros e o ex-presidente José Sarney. Os áudios mostram um suposto complô para que Michel Temer chegasse à presidência da República e colocasse ponto final na operação.

A notícia caiu como uma bomba no Palácio do Planalto e o presidente interino exonerou o ministro. Romero Jucá reassumiu a vaga no Senado Federal e se defendeu das acusações, negando qualquer interferência nas investigações.

Alguns partidos já entraram com representações no Conselho de Ética do Senado pedindo a abertura de um processo de cassação do mandato de Romero Jucá, que também é presidente do diretório nacional do PMDB.

Como se não bastasse, outra gravação divulgada mostra o diálogo entre Sérgio Machado e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). O presidente do Senado teria sugerido uma alteração na lei da delação premiada.

Durante a conversa o senador teria dito que poderia negociar a transição da presidente afastada, Dilma Rousseff, com membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Renan Calheiros, Sérgio Machado e Romero Jucá são investigados pela Lava-Jato.

José Sarney também não gostou nada de ter sido gravado por Sérgio Machado. Outros caciques do PMDB também estão preocupados, uma vez que, Sérgio já teve seu acordo de delação premiada homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavaski.

Enquanto isso, na Câmara dos Deputados o presidente interino Waldir Maranhão (PP-MA) segue sem condições de coordenar os trabalhos da casa e com isso os projetos que precisam ser votados ficam parados. Mas um acordo nos bastidores está sendo costurado por Eduardo Cunha para que Maranhão se mantenha na presidência da Casa.

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De acordo com o deputado federal Diego Andrade (PSD-MG), todo o parlamento aguarda uma definição do STF em relação ao presidente afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele afirma que o clima é de muitas incertezas:

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Em meio a todos estes problemas, o Congresso Nacional aprovou o projeto que altera a meta fiscal, proposto pelo governo de Michel Temer. O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um rombo de até R$ 170,5 bilhões nas contas públicas. Para o ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, os parlamentares deram um cheque especial para o governo interino ao aprovar esta meta fiscal.

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