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Mercado brasileiro de música cresceu

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) acaba de divulgar o chamado Relatório Global de Música, com dados de 2017. Em comparação a 2016, as receitas geradas por todos os setores avaliados – vendas físicas, streaming e outras modalidades digitais, execução pública e sincronização – tiveram expansão de 8,1%. Em receitas globais, o montante alcançou US$ 17,3 bilhões. Em paralelo, a Pro-Música Brasil (antiga ABPD), entidade que representa a indústria fonográfica brasileira, divulgou seu relatório nacional, com os mesmos critérios e metodologia de medição. No caso específico do Brasil, o crescimento mais que duplicou em relação à expansão global – foram 17,9%, para uma receita de US$ 295,8 milhões. Com a performance alcançada, o Brasil fechou 2017 na nona colocação no ranking mundial, atrás de Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Coreia do Sul, Canadá e Austrália.

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O streaming, mais uma vez, aparece com destaque no total das receitas. O montante com os serviços do gênero responderam por 38,4% do total das receitas globais e por 55,1% das receitas registradas pela indústria no Brasil – no caso, US$ 162,8 milhões. “A subida do streaming vem sendo mesmo o fator mais positivo e determinante. Todo o setor, no caso do Brasil, cresceu bastante, 64%, em comparação com 2016. Além disso, o setor de direitos de execução pública cresceu 10%, comparado ao exercício anterior. Tudo isso, apesar das quedas no mercado físico e dos downloads, derivou na expansão de quase 18% no nosso mercado. Os acordos fechados com as plataformas de streaming, que agora pagam direitos autorais de execução pública, ajudaram a melhorar esse cenário”, comemora Paulo Rosa, presidente da Pro-Música Brasil em depoimento ao site da UBC.

Se o streaming de música, em todas as suas modalidades, parece ter entrado definitivamente na cultura dos brasileiros, em se tratando de vendas físicas o mercado nacional apresentou performance pífia, com queda de 56% em 2017 em comparação ao ano anterior – contra 5,4% de queda em nível mundial. Também observou-se nos relatórios da IPFI e da Pro-Música redução no consumo de downloads de música. No período de aferição, a queda em termos mundiais foi 20,5%, enquanto que por aqui foi ainda maior, 31% Hoje, somados, CDs, DVDs, vinis e cassetes representam apenas 5,3% do mercado nacional.

A Pro-Música justifica o aumento no consumo de música de forma digital (sobretudo via serviços de streaming) destacando em seu relatório que há 112 milhões de brasileiros usando internet, 24 milhões de conexões em banda larga, 177 milhões de smartphones e 243 milhões de linhas móveis. Quanto à preferência do público do país com relação ao repertório consumido, a entidade informa que 90% das músicas ouvidas são nacionais contra 10% de nomes internacionais. Com Agência Brasil

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