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Comediantes motivam jovens acautelados a superarem os obstáculos da vida

Carlos Alberto/Imprensa MG

Poderia ser apenas uma peça teatral de comédia, mas no palco dois artistas levaram mais que alegria para a tarde de cerca de 20 adolescentes acautelados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio da Subsecretaria de Atendimento Socioeducativo (Suase).

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Os jovens, alguns acompanhados de seus familiares, assistiram à peça “Cegos, Mancos e Loucos”, com Geraldo Magela, também conhecido como Ceguinho no meio artístico, e Kaquinho Big Dog. Um espetáculo inédito no Brasil, que reúne um deficiente visual e um deficiente físico. De forma divertida, eles distraíram o público com piadas relacionadas ao universo dos deficientes e estimularam a luta pelos sonhos, apesar das dificuldades.

A atividade externa faz parte da política de ressocialização que prioriza o desenvolvimento de um trabalho integrado com as famílias e também proporciona vivências culturais, com a comunidade e a cidade.

O diretor de Formação Profissional, Cultura e Esporte da Suase, Wellington Brum Lima, explica que há uma constante busca por ações e parcerias que não só entretenham os jovens, mas que também os façam refletir.

“A ideia com esta atividade é ampliar as experiências culturais, fortalecer os vínculos com a família e mostrar para estes adolescentes que eles podem ser o que quiserem, apesar de dificuldades ou deficiências. Parcerias como esta são muito importantes para o processo de ressocialização”, salienta.

Magela, que já foi vendedor de picolé, locutor de loja e vendedor de loteria por cerca de 10 anos antes de realizar o sonho de ser humorista, diz ficar feliz em poder levar um pouco de motivação para os adolescentes.

“Chegar até aqui não foi fácil. A maioria das pessoas não acreditava que um cego poderia trabalhar em rádio, mas eu nunca desisti. Tento sempre mostrar para as pessoas que somos capazes de tudo quando nos dão a oportunidade de tentar”, revela.

O exemplo de sucesso dos atores parece mesmo ter motivado os adolescentes. Vinícius Silva, 15 anos, cumpre medida há oito meses e diz que apesar de ser uma peça de humor, a questão da deficiência física dos atores acaba motivando. “A gente vê que mesmo com limitações eles conseguem fazer sucesso. Se eles estão ali, nós também podemos realizar nossos sonhos”.

Vitor Lima, também de 15 anos e internado há nove meses, conta que este tipo de atividade, além de ser boa para que os adolescentes saiam um pouco das unidades, faz com eles tenham um momento de reflexão sobre a vida. “Às vezes a gente reclama muito das coisas que não conseguimos. E daí a gente vem aqui e vê pessoas que passaram por dificuldades, talvez maiores que as nossas, e não se acomodaram até conseguirem o que queriam”, afirma.

Suase
A Subsecretaria de Atendimento Socioeducativo (Suase) elabora, coordena e executa a política de atendimento ao adolescente autor do ato infracional em Minas Gerais. Entre as diretrizes do órgão estão, além da responsabilização do jovem, o resgate da convivência familiar, o incentivo ao estudo, o fortalecimento dos vínculos comunitários e o estímulo à autonomia por meio da participação social. Com Agência Minas

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