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S.O.S Donas de Casa!

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Levantar cedo. Bem cedo. Quase madrugada? Quase. Arrumar a cama. Vestir-se. Fazer a higiene. Maquiar-se. Preparar o café. Dar uma “catada” na casa. Acordar as crianças e adolescentes. Ficar bonita. Engatar a primeira e sair para o trabalho. Mas antes é preciso deixar a moçada na escola. Trabalhar, trabalhar, trabalhar. Chega! Nada disso. Voltar para casa. Antes pegar a moçada na escola. Fazer o almoço. Colocar a mesa. Comer. Arrumar a cozinha quando dá tempo, se não, fica para mais tarde. Voltar para o trabalho. Trabalho! A parte da tarde é mais lenta. Atender telefone. O menino tomou um tombo. Sair correndo. Levar ao dentista. Voltar para casa. Chegar um pouco mais cedo. Colocar a roupa de molho para lavar no dia seguinte. A filha mais velha não quis comer nada, está febril, brigou com o namorado. O marido chega do trabalho. Está cansado. Quer ver televisão. Ainda vai lavar a louça do almoço e adiantar os serviços do dia seguinte. Cozinhar uma carne de panela que todo mundo ama. Aproveitar e passar uma vassoura na casa. Pintar o cabelo. Fica para o final da semana. O esmalte estragou. Agora terá que tirá-lo. O marido olha para ela diferente. Ele quer ir deitar. Ela ainda precisa fazer um bolo para o café da manhã. Tem pão no freezer. Mas os meninos preferem bolo. Ela quer ter uma ajudante, mas não tem dinheiro suficiente para pagar uma empregada. Paga uma faxineira de quinze em quinze dias. Fica mais em conta. Ela se sente esgotada. Quer largar tudo e navegar no facebook. Precisa ler ainda o relatório que foi entregue no trabalho. Tem que analisar. Ela deseja uma promoção. Precisa estudar. Precisa ganhar mais. Quem sabe assim poderá pagar a empregada doméstica? Os filhos já estão dormindo e o marido deve estar roncando ou saiu para o boteco. Foi beber, jogar ou ver o futebol, vai saber! Ela organiza o dia seguinte e o dia seguinte chega e começa tudo novamente. Seu nome é dona de casa.

Há semelhanças e diferenças entre a vida apresentada acima e a de milhares de donas de casa por este mundo afora. E uma coisa é certa: a maioria delas está esgotada. As donas de casa são literalmente as donas de suas casas no que tange a responsabilidade com a vida doméstica. Elas trabalham fora e dentro de casa. Acumulam funções. Quando o companheiro ou os filhos fazem alguma tarefa doméstica todos afirmam: eles ajudam. Ajudam quem? Ajudam a dona de casa. Ela faz e pronto. Ninguém diz: a dona de casa ajudou lavando e passando a roupa. Ajudou quem? A si mesma?! Mas longe de transformar este texto em uma lamúria, uma ladainha de lamentações. É apenas uma constatação. É fato. Qualquer coisa diferente é exceção. Quanto à regra, bom que se diga, precisa de solução. A mulher moderna não deixará de sair para o mundo. Isto não tem volta. Ela se tornou uma profissional do mercado. Ela tem brigas a ganhar neste sentido. Seu salário conta e muito no orçamento doméstico. Em muitos lares, as donas de casas são provedoras. Mas deseja não assumir sozinha as tarefas domésticas. Como resolver então? Primeiro ela precisa abrir mão desta herança estranha. Ser dona, neste caso, não significa ter posse deste ambiente casa, e apenas gozar dos prazeres desta posse. Se a palavra dona vem revestida de poder, neste caso, ela herda apenas os deveres do cargo. Todos usufruem da tranquilidade de uma vida doméstica organizada, limpa, habitável, mas a ela cabe a responsabilidade desta organização, limpeza e conforto oferecidos pela vida do lar. Segundo, ela tem que aprender a dividir tarefas entre todos os membros do lar: homens e mulheres. Muitas mulheres dividem com as filhas. Com os filhos e o companheiro, nunca. É uma visão antiga de que lugar de homem não é na cozinha. Visão machista. Homens e mulheres habitam a mesma casa e podem cuidar dela juntos. Terceiro, é preciso que algumas donas de casa parem de criticar. Isto mesmo! Algumas adoram afirmar que só elas sabem fazer deste ou daquele jeito. Além do mais, há os malandros de plantão que fazem errado só para se livrarem da obrigação. Como no mundo fora do lar. Tem sempre gente que finge não dar conta só para não fazer nada.

Voltando ao lar: estamos em pleno século XXI. Não dá para ficar esgotado, doente, cansado por causa desta vida doméstica. Há um mundo chamando para ser vivido. A vida é rápida e não podemos perder tempo. As relações precisam ser construídas com mais respeito. Compartilhar tarefas é o mesmo que dizer: estamos juntos no mesmo barco. E eu posso garantir que é possível.

Se você, leitor, é filho, filha, companheiro, pense: quem anda fazendo as tarefas da sua casa? O que você faz? Sua mãe anda sobrecarregada de tarefas? Sua esposa, companheira chega do serviço e pode simplesmente tomar um banho e assistir ao Jornal? Hoje resolvi ser chata, mas é que ando rodeada de mulheres muito cansadas, esgotadas mesmo e chatas! De uma maneira geral todos desejam que suas mães e companheiras fiquem melhores, mais animadas, mais bonitas, menos chatas e o que fazem para isto? Nada. Nem conseguem arrumar a cama, lavar um copo ou deixar a toalha no varal. Este é o meu SOS donas de casa! Urgente.

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