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Brasil reforça fiscalização contra febre aftosa em Roraima

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por meio da Superintendência Federal em Roraima, reforçou a fiscalização contra a febre aftosa em Pacaraima, fronteira do estado com a Venezuela. A ação começou após confirmação de um foco de contaminação em Tame, na Colômbia, a 1,2 mil quilômetros (Km) do Brasil.

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“Apesar do risco, que se sabe que há, com o caso confirmado, a população pode se tranquilizar, porque as providências estão sendo todas tomadas. Toda a parte do sistema de vigilância está operando e está trabalhando para mitigar qualquer tipo de risco da doença entrar no país”, disse o superintendente federal de Agricultura, Plácido Alves.

São oito técnicos do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e uma equipe do governo estadual que fiscalizam todos os veículos que cruzam a fronteira. Está proibido entrar no Brasil qualquer produto de origem animal. “Estamos fiscalizando principalmente carnes, além de queijo e leite, produtos mais baratos, que as pessoas costumam trazer para o Brasil”, disse.

O caso foi confirmado na Colômbia, mas há o risco de haver também casos de contágio na Venezuela. Na região de fronteira com a Venezuela, segundo o superintendente federal de Agricultura, há cerca de 50 mil animais que, por estarem em região de risco de contato com o gado venezuelano, recebem a vacina contra a febre aftosa do próprio governo. “De Tame ao Brasil há a região Amazônica, têm várias barreiras naturais, o que torna mais difícil a propagação. Mas há 1,2 mil Km transitáveis, com tráfego intenso na Venezuela, com turistas que cruzam a fronteira, por isso esse estado de atenção”, explicou o superintendente.

Febre aftosa
O vírus da febre aftosa é altamente contagioso. O animal afetado apresenta febre alta que diminui após dois a três dias. Em seguida aparecem pequenas bolhas que se rompem, causando ferimentos. O animal deixa de andar e comer e, no caso de bezerros e animais mais novos, pode até morrer. A transmissão pode ocorrer por meio da ingestão de água e alimentos que estejam contaminados pela saliva de animais doentes. O vírus é resistente, podendo sobreviver durante meses em carcaças congeladas.

Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil é um país livre da febre aftosa com vacinação. A intenção é retirar totalmente a vacinação do país entre 2019 e 2023, quando o Brasil deverá ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da doença sem vacinação.

Na semana passada, os Estados Unidos suspenderam a importação de carne fresca brasileira. Segundo o ministério, os problemas comunicados pelo governo americano podem ser decorrentes da vacinação contra a febre aftosa, que poderia causar inflamações. O governo investiga os casos para verificar se se tratam de problemas na fabricação da vacina ou na aplicação. Com Agência Brasil

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