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Realidade de pessoas em cumprimento de pena muda com Pedagogos da Seap

Divulgação/Seap

Mestre, guia, preceptor ou aquele que conduz. Estes são os significados da palavra pedagogo encontrados nos dicionários. No âmbito do sistema prisional mineiro, são 62 profissionais da pedagogia atuantes, com a data comemorativa da categoria. A data foi criada em referência ao Decreto de Lei Nº 7.264, de 2010, como forma de reconhecimento da importância deste profissional para a sociedade.

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Miriam Aparecida Silva, lotada no Presídio Promotor José Costa, em Sete Lagoas, no Território Metropolitano, é uma das profissionais que dedica grande parte do seu tempo ao aprimoramento do ensino no ambiente carcerário. A pedagoga exerce a atividade há quase dez anos e foi uma das profissionais responsáveis pela construção de instrumentos e diretrizes para a organização e desempenho do trabalho dos pedagogos que atuam nos núcleos de ensino e profissionalização do sistema prisional de Minas Gerais.

Segundo ela, antes da sistematização das normas, as atividades pedagógicas no âmbito prisional eram desacreditadas e vistas como privilégios para os detentos. “Após a organização das atividades pedagógicas e os resultados alcançados com o processo é possível observar um crescente desenvolvimento dos núcleos e maior respeito ao conhecimento específico do profissional pedagogo, minimizando os conflitos existentes com as demais áreas”, ressalta Miriam.

Na última década, a pedagoga trabalhou com presos de ambos os gêneros, inclusive com alunos que apresentavam identidade de gênero do grupo LGBT, tendo sempre como objetivo promover melhores expectativas de futuro para o indivíduo privado de liberdade.

A pedagogia para a mulher presa
No Complexo Feminino Penitenciário Estevão Pinto, em Belo Horizonte, o investimento na leitura como recurso na formação e desenvolvimento integral das presas tem sido o carro-chefe dos projetos do Núcleo de Ensino e Profissionalização (NEP) da Seap.

As pedagogas Priscilla Zocrato e Miriam Célia dos Santos destacam os projetos “Remição de Pena Pela Leitura e Escritas de Resenhas”, em parceria com a Faminas; “Rodas de Leitura” com apoio do Servas e o “Ler para Viajar”, que está sendo desenvolvido na biblioteca da Escola Estadual Estevão Pinto, como exemplos de trabalhos pedagógicos que geram excelentes resultados.

Para Miriam Célia é importante perceber as peculiaridades dos indivíduos na construção dos projetos pedagógicos. “A educação voltada para mulheres privadas de liberdade requer estratégias diferentes e inovadoras, que visem atender a demanda do perfil educacional diversificado que o público feminino apresenta”.

A profissional Priscila Zocrato acrescenta que a variação na demanda do público feminino adulto dá-se por motivos de ordem sociocultural. “As mulheres se apropriaram dos espaços escolares ao longo das últimas décadas como forma legítima para a conquista dos mais diferentes espaços, antes ocupado pelo grupo masculino”. E, neste caso, o ambiente prisional mineiro busca se aperfeiçoar cada vez mais para garantir o acesso ao ensino, equacionando a defasagem escolar dos presos e presas. Com Agência Brasil

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