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Minas coordena abordagem preventiva e social em cenas de uso de drogas em Ipatinga

Dayana Silva/Sesp

Há dois meses, Paola Gomes*, de 30 anos, saiu da casa que morava de aluguel com seus seis filhos em Belo Oriente, no Vale do Rio Doce, e não voltou mais. Não faltou vontade ou amor. O entrave foi um problema conhecido por muitas famílias: a dependência química.

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Com um histórico de violência doméstica, ela iniciou o uso de cocaína há nove anos, quando já era mãe de duas crianças. Logo em seguida, passou a fazer uso do crack, impedindo-a de voltar para casa naquele dia e em todos os outros que se sucederam.

“Meus filhos são tudo para mim. Estava há seis meses sem usar. Infelizmente, tive uma recaída”, foi o que confidenciou Paola a uma equipe composta por policiais militares, profissionais do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) e do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps), durante uma abordagem conjunta a dependentes químicos, na terça-feira (24). A ação nas regiões de uso, em Ipatinga, foi promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), em parceria com o município.

Para reduzir as infrações penais nas áreas de uso e proporcionar o bem-estar e a reinserção social aos usuários, “esse trabalho será executado de forma continuada, a cada dois meses, com um fluxo integrado, onde esses dependentes poderão ser encaminhados para a rede de atendimento após as abordagens policiais”, conta a subsecretária de Políticas Sobre Drogas da Sesp, Patrícia Magalhães, que está no local e participou das ações.

Paola foi uma das abordadas na primeira ação em Ipatinga. Ela foi identificada enquanto estava em situação de rua, numa cena de uso, nas proximidades do Bairro Jardim Panorama.

O trabalho inicial de abordagem é feito por policiais militares, capacitados para o policiamento comunitário que, após verificarem qualquer tipo de pendência criminal, fazem o registro desses usuários e oferecem encaminhamento para a rede de atendimento local.

Devido à dependência química, as negativas são muitas, e são respeitadas; mas Paola foi uma das pessoas que decidiu dizer sim a oferta de ajuda.

Ela foi encaminhada para o atendimento de equipe multidisciplinar, composta por psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais que, junto com ela, pensaram nas possibilidades de ajuda e reinserção social, dentro de seu contexto específico.

Ela aceitou o encaminhamento para um abrigo conveniado com o município, onde recebeu roupas e um kit para higiene pessoal. Como ela apresentou o desejo de voltar para o seu município e se reaproximar dos filhos, foi informada que poderia procurar o Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro POP) para solicitar a passagem de volta e outras demandas de seu interesse.

*Nome fictício.

Com Agência Minas

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