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Meliponicultura

mllcolMuito interessante esta matéria que o amigo Arno Wieringa, apicultor holandês que mora no Estado do Espírito Santo, já há muitos anos, nos encaminhou.

De tão importante, resolvemos compartilhá-la com você que pacientemente nos acompanha aqui no Portal.
Veja só:

Foi realizado na região serrana do Estado do Espírito Santo, entre os dias 15 e 17 de novembro de 2012, o “1º Treinamento de Preservação e Criação de Abelhas Nativas – Meliponicultura”.

O treinamento foi articulado pelo SEBRAE-ES e foi realizada no Guaçu-Vira em Venda Nova do Imigrante e Apiario Florin em Pedra Azul, e teve a participação de 30 pessoas que já trabalham ou estão iniciando na criação de abelhas sem ferrão, e permitiu dar um passo importante no desenvolvimento da atividade no Estado através da transferência tecnológica em manejos, alimentação, captura de enxames, legislação ambiental, entre outros assuntos imprescindíveis para a profissionalização e fortalecimento da Meliponicultura Capixaba.

A criação racional de abelhas nativas sem ferrão, denominada Meliponicultura, é praticada de forma tímida ainda no Brasil, onde existem centenas de espécies diferentes de abelhas nativas que são imprescindíveis para a preservação das matas silvestres, de diferentes ecossistemas brasileiros, e que podem ser criadas por adultos, crianças e idosos, sem representar qualquer perigo, ao contrário da abelha do gênero Apis, e ainda gerar renda para as famílias dos criadores dessas abelhas através da comercialização do mel, pólen, própolis e ainda de enxames.

As abelhas nativas sem ferrão desempenham um importante serviço ambiental, porque são polinizadores exclusivos de grande parte das espécies florestais nativas e também muito importantes para o aumento da produtividade de inúmeras culturas agrícolas.

No Estado do Espírito Santo, além de diversas espécies encontradas em todo o território capixaba, existe uma abelha em especial que é a Uruçu negra, mais conhecida como Uruçu capixaba, que é uma espécie social, cujas colônias são constituídas por duas castas femininas e pelos machos. Suas colônias são permanentes, coletando alimento em excesso durante períodos de abundância, e armazenando-o, na forma de mel e saburá (pólen processado) para consumo em períodos de escassez. Os  ninhos são construídos em ocos de árvore e são constituídos por potes, favos de cria e um conjunto de lâminas que provê isolamento térmico à cria em desenvolvimento. O ninho é isolado do ambiente externo e ocorre apenas na Mata Atlântica do Espírito Santo, sempre em altitudes acima de 800 a 1.000 m.

mllpvPara mais informações sobre esse tipo de criação de abelhas, entrar em contato com Joao Canicali (027-9248-0437) ou Arno Wieringa (027-3248-3318 / 027-9952-2310).

E a Equipe CAMINHOS aproveita pra dar outra dica: Clique Aqui e conheça outros segredos da criação de abelhas, e aproveite pra agendar uma visita ao lugar, que, além de lhe proporcionar momentos de rara beleza, será altamente instrutiva.
Até a próxima…


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