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Diário de Uma Terra de Riqueza e Esperança. Rumo à Cidade Sagrada dos Incas – Parte 17

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Depois de visitarmos o mercado artesanal de Písac, no Vale Sagrado, Peru, voltamos ao nosso hotel, porque, no dia seguinte, iniciaríamos a nossa viagem até Machu-Picchu, a Cidade Sagrada dos Incas.

Quando o relógio despertou, pulamos da cama, nos vestimos rápido, tomamos um café da manhã tipicamente peruano, apanhamos as malas, e fomos esperar pelo guia que nos conduziria até o ponto alto de nossas aventuras por aquelas terras andinas.

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Em um instante, já estávamos na estação de Ollantaytambo, onde diariamente partiam os trens que levam os turistas para visitar Machu-Picchu, a Cidade Sagrada dos Incas.

Anotamos em nosso diário que a estação estava cheia nesse horário, mesmo estando ainda bem cedinho.

Segundo nosso guia, durante todo o percurso entre Ollantaytambo e o povoado conhecido como Águas Calientes, que, na verdade, oficialmente, se chama Povoado de Machu-Picchu, de onde subiríamos a montanha para chegar à Cidade Sagrada, seríamos acompanhados pelo caudaloso Rio Urubamba, também considerado sagrado para o povo inca.

Nossa viagem de trem duraria cerca de quatro horas, e atingiríamos altitudes que chegariam a até dois mil e cem metros acima do nível do mar.

Ao iniciarmos a viagem, notamos que pessoas do mundo inteiro, inclusive brasileiros, estavam viajando conosco no trem, e, como nós, estavam deslumbrados com as belas paisagens que iam desfilando pelas janelas e pelo teto panorâmico.

Enquanto aproveitávamos a viagem, e cada vez mais íamos nos aproximando da famosa e mística Cidade Sagrada dos Incas, a intrigante Machu-Picchu, onde muitas curiosidades seriam reveladas, nosso guia apresentou uma interessante explicação, que registramos em nossos anotações.

Segundo ele, Machu-Picchu, chamada também de “A Cidade Sagrada dos Incas”, foi eleita uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.
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Há muitos séculos atrás, ele ia nos relatando, foram escolhidas as Sete Maravilhas do Mundo Antigo, majestosas obras artísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica.

Delas, a única que resiste até hoje praticamente intacta é a Pirâmide de Quéops, construída há quase cinco mil anos no Egito.

As outras, já destruídas, são os Jardins Suspensos da Babilônia, na antiga Mesopotâmia, hoje, sul do Iraque; a Estátua de Zeus em Olímpia, na Grécia; o Templo de Artemis em Éfeso, que atualmente faz parte da Turquia; o Mausoléu de Halicarnasso, também atualmente em território pertencente a Turquia; o Colosso de Rodes, na Grécia; e o Farol de Alexandria, no Egito.

De 2005 a 2007, uma Organização Suíça promoveu um concurso mundial para escolher as Novas Sete Maravilhas do Mundo ou as Sete Maravilhas do Mundo Moderno, sendo que as vencedoras foram as Ruínas de Petra, na Jordânia; a Grande Muralha da China; a cidade maia de Chichén Itzá, no México; o Coliseu de Roma, na Itália; o Taj Mahal, na Índia; o Cristo Redentor, do Rio de Janeiro; e Machu-Picchu, onde já estávamos chegando…

(continua)

Quer saber mais sobre nossas aventuras no Peru? Acesse AQUI, e clique no link “assistir programas”, e depois no link da “quinta temporada”, a partir do episódio 5.14, e até o episódio 5.39.
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