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Índice de infestação do mosquito transmissor da Dengue em Pará de Minas é inferior a 1%, mas combate continua


A população de Pará de Minas sofreu com várias epidemias de Dengue e chorou a morte de diversas pessoas vítimas da picada do mosquito Aedes aegypti, que também transmite a Febre chikungunya e Zika vírus.

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A situação ficou tão crítica que o índice de infestação ultrapassou em certos momentos a casa dos 13%, sendo que o recomendado pelo Ministério da Saúde é menos que 1% para ficar livre do risco de epidemia da doença.

Diante disso a Secretaria Municipal de Saúde reconheceu oficialmente em fevereiro de 2016 que o município enfrentava uma epidemia de Dengue e providenciou até a vinda de veículos para espalhar o fumacê pela cidade para combater o mosquito. Também foi aplicado o UBV costal, lançado o aplicativo Caça-Aedes para que a população apontasse onde estavam os focos e criado o Disque-Dengue que recebia em média 60 chamados diários.

As unidades de saúde ficaram lotadas de pessoas picadas pelo Aedes aegypti e com sintomas da Dengue. O caso foi tão sério que no então Pronto Atendimento Municipal José Porfírio de Oliveira, hoje desativado, foi criado um setor específico para atender somente pessoas com suspeita de Dengue.

No início desta gestão, o primeiro ato após a cerimônia de posse do prefeito Elias Diniz (PSD), foi se reunir com o secretário de Saúde Gilberto Denoziro Valadares da Silva, que deixou o cargo pouco depois, equipe da Vigilância em Sanitária e de combate a Endemias para traçar as novas diretrizes e determinações para os agentes combaterem o msoquito.

Naquele momento, dia 2 de janeiro de 2017, os dados do último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Pará de Minas, realizado em novembro de 2016, apontava um índice de 2,4%.

Posteriormente um novo ciclo do LIRAa registrou índice de 4,8%, no ciclo realizado entre 9 e 13 de janeiro de 2017. Depois disso a situação foi controlada e o índice baixou rapidamente após muitas ações de combate ao mosquito.

O mais recente ciclo do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) foi realizado neste mês de outubro. O trabalho já foi concluído e o índice inferior a 1% traz tranquilidade para a população, na avaliação do gerente de Endemias, Adilson José Batista:


Adilson José Batista
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Aproximadamente 250 imóveis ainda não foram visitados pelos agentes de Combate a Endemias, o que pode colocar em risco, a situação em Pará de Minas. Estas pessoas também poderão sofrer as sanções previstas na legislação.

Na tentativa de mudar este cenário, antes de aplicar penalidades, os agentes de Saúde foram treinados para orientar os cidadãos e com isso facilitar o acesso dos agentes que combatem o mosquito transmissor da Dengue e outras doenças. Para Adilson José Batista, com este índice baixo, mais do que nunca o trabalho tem que ser intensificado para manter a cidade livre da doença:

Adilson José Batista
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Em anos anteriores foram apontadas como responsáveis pelo número elevado de focos do mosquito transmissor da Dengue as caixas d’água espalhadas pelos quintais das residências. Como medo do racionamento de água que castigou os paraminenses entre os anos de 2013 e 2014 com maior intensidade e em meados de 2015.

Este último levantamento aponta os focos continuam dentro das residências, mas agora em maior quantidade em comedouros de animais e em vasos de plantas. Daí a importância de cada cidadão tirar pelo menos 10 minutos por semana para fazer uma vistoria em seu quintal, eliminar tudo aquilo que possa armazenar água e facilitar a proliferação dos mosquito:

Adilson José Batista
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Os dados coletados pelos agentes de combate a Endemias neste ciclo do LIRAa citados em relatório específico e encaminhado para o Ministério da Saúde, em Brasília. Enquanto isso as ações de combate ao Aedes aegypti continuam em Pará de Minas para livrar a população de novos casos da doença.

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