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Inácio Franco apoia PEC do piso salarial que tramita na ALMG e acabou com greve dos professores

Sarah Torres/ALMG

O movimento durou 42 dias e terminou na quarta-feira, 18 de abril. De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), a volta ao trabalho será na segunda-feira (23).

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A greve dos educadores da rede estadual de ensino vinha se arrastando desde o dia 8 de março. A categoria exige o cumprimento do acordo salarial estipulado pelo governador de Fernando Pimentel (PT) em 2015.

Ele previa atualizações salariais nos anos 2016, 2017 e 2018, além do pagamento de abonos. A meta da classe trabalhadora era que os vencimentos mínimos por uma jornada de 24 horas chegasse ao piso nacional este ano.

Na terça-feira (17) foi protocolada na Assembleia Legislativa do Estado de Minas (ALMG) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Piso Salarial. A proposta teve a assinatura de 72 dos 77 deputados estaduais.

A proposta já está tramitando e assegurará que os vencimentos iniciais das carreiras de professor de educação básica, especialista em educação básica e analista educacional na função de inspetor não sejam abaixo do piso nacional.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação as aulas do período da greve serão repostas em um calendário que será elaborado. Será planejado para que seja cumprida a carga horária anual dos estudantes.

De acordo com o deputado estadual Inácio Franco (PV) a reivindicação dos profissionais da educação é antiga e agora deverá ser acatada pelo governo de Minas Gerais. Para se aprovada a matéria precisa de 48 votos no plenário:


Inácio Franco
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A expectativa é de que a tramitação da PEC seja rápida para que o governo possa começar a pagar o piso nacional aos educadores já a partir do próximo mês. Acredita-se que os parlamentares aprovarão a proposta:

Inácio Franco
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Durante o movimento, os educadores também questionaram o parcelamento dos salários, do 13º salário e a falta de repasses para o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG). São outras reivindicações que também serão cobradas do estado.

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