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Condenado a 17 anos de prisão o acusado do primeiro caso de feminicídio registrado em Pará de Minas


O crime aconteceu na tarde do dia 14 de julho de 2015 e chocou toda a população de Pará de Minas. Cléria Maria Rezende, de 51 anos, morreu atropelada por uma picape Strada, no bairro Redentor, em Pará de Minas.

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A tragédia aconteceu na rua Tânia Maria Campos e segundo testemunhas a vítima foi arrastada pelo veículo e prensada contra um muro. O motorista seria o namorado dela, de 55 anos.

Ela chegou a ser socorrida pelo resgate do Corpo de Bombeiros e levada para o Hospital Nossa Senhora da Conceição em estado grave. Porém, não resistiu aos ferimentos e faleceu.


O namorado não foi encontrado pela Polícia Militar durante as diligências. Ele se apresentou na 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil no dia 24 de julho de 2015 e estava acompanhado de dois advogados.

O suspeito foi ouvido e negou a intenção de matar a namorada. Mas foi indiciado por homicídio e encaminhado para a penitenciária Dr. Pio Canedo, em Pará de Minas.

O delegado que estava à frente do caso indiciou o autor do primeiro caso de feminicídio da cidade. Segundo informações a vítima já tinha registrado ocorrências de ameaças que estaria sofrendo.

Dois anos e três meses depois o acusado foi julgado pelo Tribunal do Júri nesta quarta-feira, 18 de outubro, no plenário da Câmara Municipal.


Familiares da vítima e populares acompanharam de perto os trabalhos do Poder Judiciário e do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Acusação e defesa apresentaram os argumentos e ao final foi decretada a sentença.

Para o promotor de Justiça Renato Vasconcelos, a pena aplicada pelo juiz foi satisfatória e por isso ele não apelará por uma punição maior. Todas as qualificadoras apresentadas foram aceitas, entre elas o feminicídio:


Renato Vasconcelos
julgamentorenatovasconcelos

O advogado de defesa Obregon Gonçalves considerou o veredicto injusto por entender que houve uma violência contra a mulher e não um feminicídio. Ele vai recorrer da sentença junto ao tribunal de 2ª instância:


Obregon Gonçalves
julgamentoobregon

O advogado Alair José Silva, que atuou como assistente de acusação, disse que também recorrerá por uma pena maior para o condenado. Segundo ele a dor da perda é muito grande e a família clama por Justiça:


Alair José Silva
julgamentoalair

O suspeito continuará preso no sistema carcerário da Comarca de Pará de Minas até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais analise os recursos que serão impetrados por ambas as partes.

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