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Refugiados tentam o empreendedorismo no Rio de Janeiro

Em parceria com o Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro (Sebrae-RJ), a organização não governamental Cáritas iniciou este mês o projeto Coletivo de Refugiados Empreendedores (Cores), que pretende incentivar o empreendedorismo entre refugiados com potencial para formar negócios próprios e gerar renda.

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A primeira turma da iniciativa beneficia 18 refugiados de Angola, Colômbia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Síria, Togo e Venezuela. Seus integrantes frequentam, às quartas-feiras, um curso de formação na sede do Sebrae-RJ. As aulas se estenderão por três meses.

A ideia é ensinar técnicas de empreendedorismo, juntando o talento que muitos refugiados têm porque eram comerciantes em seus países de origem, e aproveitando o momento que o Brasil atravessa com dificuldades de colocação e recolocação de trabalhadores no mercado. Ontem, foi dada a terceira aula do curso.

O casal José Joaquim Rodrigues Alvarado e Maria Elias El Warrak está no Brasil há um ano e sete meses, fugindo da situação de conflito político na Venezuela. Maria pertence à segunda geração da família que foge de conflitos, porque sua mãe escapou da guerra do Líbano e veio para a América Latina.

Eles querem abrir um restaurante ou lanchonete para vender diretamente ao público comida libanesa que preparam. Por enquanto, trabalham em casa, sob encomenda, e participam de feiras de gastronomia internacional promovidas pela Cáritas do Rio de Janeiro.

A colombiana Nelly Camacho, vivendo no Brasil há cinco anos, é um exemplo para os que solicitam refúgio. Apesar da experiência de 20 anos como professora na Colômbia, ela teve que se reinventar para conseguir a independência financeira e, hoje, tem participação constante em feiras gastronômicas do Rio.

As aulas são divididas em dois módulos. No primeiro, com duração de dois meses, o conteúdo engloba questões como características de um empreendedor; como planejar um negócio; a legislação brasileira e o funcionamento de um micro empreendedor individual (MEI); o mercado brasileiro, auxílio na organização das finanças e identificação dos canais de vendas.

No último mês, os refugiados terão aulas específicas, de acordo com a área em que pretendem atuar. Moda e gastronomia estão entre as preferências.

O projeto visa também desenvolver parcerias com instituições públicas e privadas para a inserção de refugiados empreendedores em espaços que representem oportunidades de renda. A Cáritas atende no Rio, atualmente, 4 mil refugiados e 7 mil solicitantes de refúgio. Com Agência Brasil

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