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Hidrelétrica Senhora do Porto opera comercialmente em Minas Gerais

Arquivo/Cemig

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Senhora do Porto, localizada em Dores de Guanhães, no Território Vale do Aço, iniciou a sua operação comercial. Com capacidade instalada de 12 MW, a usina faz parte de um projeto que inclui outras três PCHs: Dores de Guanhães (14 MW) e Jacaré (9 MW), também situadas em Dores de Guanhães, e Fortuna II (9 MW), situada nas cidades de Virginópolis e Guanhães, no Leste de Minas.

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A implantação, exploração, operação e manutenção das PCHs é de responsabilidade da Guanhães Energia S.A., empresa com participação acionária de 49% da Cemig GT e de 51% da Light Energia S.A. Ao todo, serão instaladas nove unidades geradoras, duas na PCH Senhora do Porto, na PCH Dores de Guanhães e na PCH Jacaré e três na PCH Fortuna II.

De acordo com diretor de Geração e Transmissão da Cemig, Franklin Moreira Gonçalves, o inicio da operação comercial ocorreu após o acionamento da primeira unidade, em 24 de abril, e a fase de testes da operação, a partir de 22 de maio. “A segunda turbina será ligada em julho deste ano. Vamos fazer o acionamento gradativo das unidades, até que a última entre em operação na PCH Jacaré, provavelmente em fevereiro de 2019”, afirma Franklin Gonçalves.

Quando as nove unidades geradoras das quatro PCHs estiverem em operação, no início do ano que vem, a energia gerada será suficiente para abastecer em média 135 mil residências ou um município de 37 mil habitantes, como Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Retomada dos investimentos
Senhora do Porto faz parte do primeiro empreendimento da Cemig em Minas Gerais na área de geração a entrar em operação desde 2010. Segundo o presidente da Cemig, Bernardo Alvarenga, essas PCHs representam a retomada dos investimentos da companhia em Minas Gerais.

“A usina vai gerar energia a partir de uma matriz renovável e sustentável – a água – e, com isso, vai colaborar para que seja evitado o acionamento de usinas térmicas, cuja geração é mais cara. Isso vai trazer economia aos consumidores”, destaca Alvarenga.

Ainda segundo o presidente da companhia, até dezembro de 2017, a Cemig GT integralizou R$ 189,2 milhões no projeto, valor proporcional à sua participação de 49% no empreendimento. “O investimento inclui, também, a construção de uma Subestação Integradora e 70 quilômetros de extensão de linhas de distribuição, para conectar as PCHs à Subestação Guanhães 2, que pertence à Cemig Distribuição”, completa.

Reservatórios cheios
As comportas das galerias de desvio das PCHs Dores de Guanhães, Senhora do Porto e Fortuna II foram totalmente fechadas entre fevereiro e março deste ano, concluindo, assim, o enchimento de seus reservatórios. O enchimento da PCH Jacaré está em andamento. Com Agência Minas

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