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Paralisação no HNSC: médicos reafirmam que só atenderão casos com risco de morte a partir de sexta-feira

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A novela que tem como tema a eterna crise financeira do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) ganha novos capítulos. Depois de o vereador Geraldo Luiz Batista afirmar que falta gestão inteligente no HNSC e defender a implantação de um hospital municipal em Pará de Minas, a Associação Médica de Pará de Minas (AMPM) também se manifesta.

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Em nota enviada ao Portal GRNEWS, assinada pelo presidente da AMPM, Éverton Marinho Paiva, e pelo diretor Clínico do HNSC, Evandro Ferreira Campos, a categoria reclama das discussões sobre a crise financeira sem fim no único hospital do município, que também atende a microrregião, e dos fatos divulgados pela imprensa.

Também ressaltam a má administração no Hospital Nossa Senhora da Conceição e da falta de repasses constantes por parte do poder público. Ainda reclamam das políticas públicas equivocadas em todos os níveis.

Na mesma nota a Associação Médica de Pará de Minas reafirma que os médicos paralisarão suas atividades na próxima sexta, 18 de novembro, conforme avisaram há quase 30 dias, e deixam claro que só atenderão casos com risco eminente de morte.

Veja a íntegra da nota:
“Diante da importância dos fatos, que vem sendo divulgado pela imprensa nas últimas semanas sentimo-nos na obrigação de esclarecer alguns pontos:

Durante os últimos anos o nosso hospital vem sofrendo duros golpes por má administração, por repasses irregulares de recursos e políticas de saúde equivocadas em todos os níveis.

Estamos em um momento crucial, não há tempo para novos equívocos, muito menos discussões infrutíferas pela imprensa, temos objetivos comuns por isso o apoio de todos será fundamental.

Lembramos que desde o dia 19/10/2016 todos os órgãos envolvidos (CRM, Sindicato dos Médicos, Diretoria e Provedoria do HNSC, Ministério Público, Prefeitura e Secretaria Municipal de Saúde), foram formalmente comunicados da interrupção dos atendimentos a partir do dia 18/11/2016, ou seja com prazo de 30 dias para que medidas possam ser tomadas visando preservar os interesses da população. Que todos estejam certos que tentamos por diversas vezes negociar, demos todos os prazos solicitados mas nada foi cumprido. Lamentamos, mas este foi o último recurso e contamos com o apoio da população para que o problema, desta vez, seja resolvido definitivamente.

Diante disso, a partir do dia 18/11/2016 serão atendidos casos exclusivamente com risco eminente de morte. Somos sabedores de nossas responsabilidades e não estamos fazendo nada alheio à legislação. Visamos, com o apoio da atual diretoria, preservar o HNSC pois o caminho que temos visto em outras cidades é o encerramento total dos atendimentos.

Colocar os médicos como vilões dos acontecimentos é de uma comodidade irresponsável e covarde. Estamos há 9 meses sem repasses de convênios e cerca de 3 meses sem os pagamentos de plantões. Estes honorários que não foram repassados aos médicos vêm colaborando com o funcionamento do Hospital nos últimos meses.

Assim se pode concluir que o nosso hospital ainda não fechou definitivamente, graças aos médicos que não recebem o que lhes é de direito. Não conheço nenhuma classe profissional que tenha feito algo parecido por suas instituições.

Estimas de profundo respeito a toda comunidade de Pará de Minas.

Éverton Marinho Paiva (Presidente AMPM)

Evandro Ferreira Campos (Diretor Clínico do HNSC)”.

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