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Marçal: um guerreiro contemporâneo da música clássica

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No último sábado, dia 09 de agosto, a música de Pará de Minas ficou mais rica com a presença do violonista Ricardo Marçal, considerado um dos destaques da nova geração do violão clássico brasileiro.

Na parte da tarde, no Teatro Municipal Geraldina Campos, Ricardo Marçal ofereceu uma oficina para os membros da Orquestra de Violões Anita Salles entre outros músicos, dividindo em duas partes: Na primeira, uma aula de história do violão, passeando pela história da Arte, relacionando à música, à literatura, às artes plásticas e à filosofia. Com uma forma de abordar profunda e ao mesmo tempo acessível. Na segunda parte, passando para a prática do instrumento, o professor demonstrou aos participantes exercícios simples, mas de grande importância para o desenvolvimento da técnica das mãos.

A Orquestra de Violões Anita Salles acredita que momentos como este são fundamentais para o crescimento do grupo, pois oferece condições de trocas produtivas, motivação, reflexão e intercâmbio. Ainda dentro das comemorações dos dez anos do grupo, esta oficina foi mais uma meta alcançada graças à boa vontade e generosidade deste grande músico que tem raízes nesta cidade.

À noite, um belíssimo Concerto foi realizado no palco do mesmo teatro para uma plateia seleta e amante da música. Cenário minimalista. Cortinas abertas, no palco a luz focando apenas uma cadeira e um apoio de pé. Silêncio. Ricardo entra com seu violão e entre uma música e outra fala das peças, dos compositores, do processo de composição e interpretação. Começa por Frescobaldi.

O som de cada nota soa límpido e toma o espaço do teatro com sua ótima acústica. Seguem Fernando Sor, César Frank, Fernando Tárrega e Takemitsu. Ricardo demonstrou toda sua competência e intimidade com o instrumento na medida certa, sem excessos virtuosísticos. Apresentou também o compositor brasileiro contemporâneo Ronaldo Miranda com a peça “appassionata para violão” que, como ele próprio explicou, nos remete a uma bossa Jobiniana. Para finalizar, não poderia faltar o nosso maior compositor, Heitor Villa-Lobos. A plateia, extasiada, aplaudiu de pé e pediu bis.

Bis é o que pede também aqueles não conseguiram comparecer ao teatro e aguardam ansiosamente nova oportunidade de ver e ouvir Ricardo Marçal em Pará de Minas.

* Este texto foi escrito com a colaboração de Júlio Saldanha.

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