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Mapeamento inédito vai fortalecer a produção de flores em Minas Gerais

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Dezoito anos marcam a experiência do técnico agrícola, Mário Raimundo, em Barbacena, no Território Vertentes, na produção de flores. Tendo as rosas como carro-chefe (15 variedades), ele também se dedica ao cultivo de espécies como copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), agapanto branco e azul (Agapanthus africanus), papiros (cyperus papyrus), estrelícia (strelitzia reginae, popularmente conhecida como ‘ave-do-paraíso’) e avencão (adiantum macrophylla). O resultado é a produção média de 100 mil dúzias de flores todos os anos.

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Produtores como Raimundo estão em foco, nas diversas regiões de Minas, para a concretização de levantamento inédito da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG). O objetivo da ação, realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é mapear e aprofundar conhecimentos sobre a cadeia de floricultura no estado. Isto num cenário em que Minas Gerais desponta como o segundo maior produtor de flores do país.

“A Emater-MG acompanha, desde a sua criação, a safra agrícola do estado em todos os municípios, por meio de sistema informatizado. No ano passado, introduziu também a Safra Pecuária, para acompanhamento de todos os produtos”, explica o coordenador técnico da Emater-MG, Edson Logato. Nesta mesma ferramenta, continua Logato, criou-se também o Sistema para Acompanhamento da Floricultura no estado. “Este sistema permite que cada escritório da Emater-MG lance, on-line, as informações de produção dos diversos tipos de cultivos de flores e espécies ornamentais do município”, destaca.

O trabalho envolve a visita de técnicos às propriedades para identificar e reunir informações que serão validadas por um coordenador técnico regional da Emater-MG. “São informados por município: as espécies produzidas, quantidades produzidas, número de agricultores familiares e não familiares envolvidos na atividade e percentual da produção advinda da agricultura familiar”, observa Logato. “A partir deste levantamento, pretende-se fazer um diagnóstico em cada região produtora para detectar os principais problemas e potencialidades na cadeia de valor da floricultura para subsidiar políticas públicas para o setor”, complementa.

O produtor de flores Mario Raimundo vê a estratégia com boas expectativas. “Entendo que o mapeamento da produção pode ajudar na expansão da floricultura”, afirma Raimundo. “Será um regulador, inclusive para mostrar, por exemplo, se um tipo de flor está sendo produzido em muita quantidade, se outro tipo em menor escala e precisa ser estimulado, entre outros itens”, comenta.

A equipe, que iniciou o levantamento em abril, pretende concluir, até o início de junho, a primeira divulgação com dados consistentes e um panorama da produção de flores em Minas Gerais. “Sabemos que existem muitos outros municípios com produções significativas”, ressalta Logato. “Por enquanto podemos dizer que algumas regiões já se destacaram, entre elas: Cataguases, Diamantina, Andradas, Guaranésia, Cambuí, Itapeva, Munhoz, Mateus Leme, Alfredo Vasconcelos, Antônio Carlos, Barbacena, São João del-Rei, Guidoval, Dona Euzébia, Teófilo Otoni na produção de mudas ornamentais, flores de corte e vaso, principalmente”, finaliza. Com Agência Minas

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