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América vence o CRB em casa

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O América voltou a encostar no G4 com a vitória por 1 a 0 sobre o CRB, sábado, no Independência. O triunfo deixou o técnico Givanildo Oliveira satisfeito pela pontuação, mas deixou o treinador tenso pelo baixo aproveitamento das chances criadas de gols. Para ele, o adversário levou perigo muito mais porque o ataque americano converteu apenas uma chance em gol. Givanildo revelou que um iminente empate transformou a partida em “doída”.

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“Vitória é sempre bem-vinda. Mas quando você fica com 1 a 0, os caras em cima, é doído. Tivemos alguns jogadores que se cansaram pelo ritmo intenso, pela formação deles (CRB). Um time que defende faz você gastar mais energia. Eles voltavam todos e isso diminuiu espaço, complicou a nossa criação. Mas a gente teve paciência para marcar o gol, que veio na hora certa. No segundo tempo, voltamos com a mesma formação. Esperei saber se ele (Mazola Júnior, técnico do CRB) iria recompor a zaga ou recuar o volante para fazer a zaga (pela expulsão de Gabriel). Mas encontramos dificuldades, mesmo assim tivemos duas chances com o Sávio e com o Toscano, lances que poderiam fazer 2 a 0 e ai matavam o jogo. Mas foi um jogo, pra treinador, doído, pela situação que fica de poder tomar um gol de empate, e empate em casa, neste momento, seria ruim pra nós”.

O atacante Cristiano fez o gol da vitória, aos 33 minutos do primeiro tempo. E alguns minutos depois foi expulso após ser agredido pelo zagueiro Gabriel e cobrar satisfação do zagueiro. Givanildo disse que vinha passando tranquilidade ao jogador.

“Eu, como treinador, e os companheiros dele vínhamos dando força para ele. Vinha dizendo para ele sobre essa parte de gol, porque vai ficando ansioso e, às vezes, sobra (a bola) e se atrapalha pela intranquilidade. Ele acabou fazendo o gol da vitória, que foi importante para ele e para nós, porque nos deu a vitória, mas ele acabou sendo expulsando”, lamentou.

Givanildo Oliveira desaprova qualquer tipo de violência ou revide a um ato violento em campo. Porém, defende Cristiano e critica a arbitragem, que está exagerando em alguns momentos e deixando lances como a agressão ao atacante americano acontecer.

“Não vi o lance direito, mas ele me falou e mostrou, dentro de sua sinceridade, que o rapaz (Gabriel) pisou nele. Não que seja contra (rigor nas regras), mas eles (árbitros) estão extrapolando. Por exemplo, banco: faço tudo, tudo, para não ser expulso, Mas agora você não pode mais falar. Qualquer coisa que você fala, eles vão lá e intimidam. Acho que vai chegar uma hora que terei de me assentar lá cantinho e passar o jogo calado. Enfim, eles se acham todo do mundo. Já se achavam, agora mais ainda. Outro exemplo, o lance do impedimento. Eles só marcam quando o jogador toca na bola. Então fica todo mundo sem saber se eles irão marcar ou não, então você fica ansioso, sem saber se eles vão marcar. Se está impedimento, então porque não marcam logo e pronto?”, questiona o treinador. Com site do América-MG

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