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Diário de Uma Terra de Riqueza e Esperança. Um Oceano no Deserto – Parte 22

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Após o nosso sobrevoo pelas misteriosas Linhas de Nazca, retornamos a Paracas, e agendamos, para a manhã seguinte, nosso último dia em território peruano, uma visita à “Reserva Nacional de Paracas”, que abriga, em seu território, ao mesmo tempo, um deserto e um oceano.

Como ainda nos restava algum tempo de sol, aproveitamos para uma caminhada à beira-mar, e foi aí que nos sentimos em um daqueles filmes que se passa nos chamados paraísos tropicais.

Apesar de estarmos vivendo um dia com clima bastante quente, a noite caiu fria e com muito vento, o que nos fez entender o significado de um clima influenciado pelo deserto.

No dia seguinte, na hora marcada, nos aguardava o Sr. Jorge, motorista e guia nativo daquela região, que tinha grande orgulho de suas origens, além de um profundo conhecimento do lugar que estávamos prestes a ingressar.

Após rodarmos uns breves minutos, chegamos à portaria da Reserva, e preenchemos uma papelada que, além de nossa identificação, possuía uma série de recomendações importantes.

Quando finalmente entramos no parque, o Sr. Jorge nos explicou que a “Reserva Nacional de Paracas” foi criada em 25 de setembro de 1975, com o fim de se conservarem intactos uma porção do deserto e do mar do Peru, dando assim, proteção às diversas espécies da fauna e da flora que ali vivem.

O nome “Paracas”, segundo ele, vem do quéchua, idioma nativo dos incas, e significa “chuva de areia”, porque os fortes ventos que sopram no deserto constantemente carregam areia, e podem atingir grandes velocidades, chegando a causar as chamadas “tempestades de areia”

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Alguns dos cenários que podemos observar na “Reserva Nacional de Paracas” lembram imagens que a NASA já divulgou do planeta Marte, devido às suas areias vermelhas.

Confirmando o que havíamos experimentado no dia anterior, Sr. Jorge disse que o clima na reserva é típico do deserto, com temperaturas bem acima dos trinta graus durante o dia, e abaixo dos 10 graus durante a noite, principalmente nos meses de inverno.

Como fica a pouco mais de duzentos e sessenta quilômetros ao sul de Lima, a capital peruana, em uma viagem que leva de três a quatro horas, de carro ou ônibus, a Reserva recebe anualmente mais de cem mil turistas, que se encantam com suas belas paisagens naturais.

Um dos destaques da Reserva é uma formação rochosa, chamada de “catedral”, causada pela erosão do mar e do vento ao longo dos séculos, que, com sua forma côncava, lembra as cúpulas das catedrais, sendo considerada Patrimônio da Humanidade.

O Sr. Jorge contou que a estrutura da “catedral” desabou durante um violento terremoto em 15 de agosto de 2007, sendo possível observarmos nos dias atuais apenas os restos dessa impressionante figura.

Após mais ou menos duas horas de visita, retornamos ao hotel, e nos pusemos a arrumar as malas, afinal, no dia seguinte, já retornaríamos ao Brasil, com belas imagens, e muitas lembranças, que jamais se apagariam de nossas mentes.

(fim de nosso diário no Peru)

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