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Brasil quer aumentar e diversificar exportações para o Canadá


O ministro brasileiro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, disse na sexta (9) que espera um aumento expressivo e a diversificação da pauta exportadora do Brasil para o Canadá, que atualmente é bastante concentrada. As declarações foram feitas a propósito da abertura das negociações de um acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e o Canadá nesta sexta-feira em Assunção, no Paraguai.

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O evento reuniu os chanceleres dos quatro países do Mercosul – Aloysio Nunes (Brasil) Eladio Loizaga (Paraguai), Rodolfo Nin Novoa (Uruguai) e Jorge Faurie (Argentina) e o ministro canadense de Comércio Internacional François-Philippe Champagne.

Segundo Marcos Jorge, que também marcou presença em Assunção, as negociações com o Canadá demonstram o quanto o Mercosul vem trabalhando para promover uma maior abertura comercial com outros países. A primeira rodada negociadora já está marcada para a semana de 19 de março, em Ottawa.

“O Canadá é um importante e exigente mercado consumidor. Em 2017, o fluxo comercial entre Brasil e Canadá foi de cerca de US$ 4,5 bilhões, com um superávit para o Brasil de pouco mais de US$ 950 milhões”, disse o ministro. Ele ressaltou que Mercosul e o Canadá negociam um acordo amplo que envolve temas como o comércio de bens, serviços, compras governamentais, pequenas e médias empresas, barreiras não tarifárias e propriedade intelectual.

Marcos Jorge considera muito estratégico o momento para o início dessas negociações, que ocorre um dia após os Estados Unidos anunciarem sobretaxas sobre a importação de produtos de aço e de alumínio. “Enquanto alguns atores internacionais se fecham, o Brasil e os sócios do Mercosul têm demonstrado que é fundamental a integração dos nossos mercados às cadeias globais de valor. A negociação de novos acordos, como este com o Canadá, é um importante caminho”, avaliou.

Comércio de Bens
Nos últimos anos, a participação brasileira nas importações canadenses oscilou em torno de 0,6%. Já os produtos canadenses representam entre 1% e 1,5% das compras brasileiras. A pauta comercial bilateral é bastante concentrada em produtos químicos inorgânicos, açúcar e produtos de confeitaria, pedras e metais preciosos (do lado brasileiro) e adubos e fertilizantes, reatores nucleares, máquinas e aparelhos, aeronaves e suas partes (do lado canadense).

Análises preliminares indicam potencial oportunidade para pelo menos 90 produtos brasileiros, principalmente calçados, produtos químicos, de borracha, minerais não metálicos e automóveis.

O Canadá aplica, em média, tarifa de 22,5% sobre a importação de produtos agrícolas e de 6% sobre produtos manufaturados. Na área industrial, acordos firmados pelo Canadá tendem a promover eliminação imediata de tarifas, com exceção do setor automotivo. Com Agência Brasil

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