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Setor têxtil recua no 1º semestre e revê projeção para o ano


A indústria têxtil e de confecção registrou queda de 3,8% na produção de vestuário entre janeiro e junho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado também foi negativo para a produção têxtil, com recuo de 0,9%.

Os dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) mostram recuo de 3,5% nas vendas do varejo, de janeiro a maio.

O presidente da Abit, Fernando Pimentel, afirmou que várias razões explicam o mau desempenho do setor no primeiro semestre. A entrevista foi transmitida online e acompanhada por jornalistas de todo o país. Segundo ele, o inverno menos rigoroso, a greve dos caminhoneiros, a queda de consumo durante a Copa do Mundo e as incertezas com o processo eleitoral são alguns dos fatores que contribuíram para o desempenho abaixo do esperado.

Além disso, a criação de vagas formais de trabalho no país ainda está abaixo do que se esperava. Para Pimentel, essa é “a saída mais lenta de uma recessão da história do Brasil”.

O presidente da Abit explicou que a greve dos caminhoneiros resultou em uma perda de produção de quatro a cinco dias. E acrescentou que o consumidor tem preferido a compra de bens de consumo duráveis, como automóveis e produtos de maior valor, por conta de uma melhora no acesso ao crédito para pessoas físicas neste momento.

Os horários de comércio fechado para a transmissão dos jogos do Brasil na Copa explicam também a queda nas vendas de roupas durante a disputa. Pimentel informou que alguns setores, como bares e restaurantes, ganharam, mas diversos segmentos sofreram retração de consumo.

Crescimento menor
A Abit revisou a previsão de crescimento para 2018. O setor prevê um aumento da produção de vestuário entre 0,4% e 1% – antes a estimativa era de alta de 2,5%. A previsão para o faturamento, no entanto, ficou no mesmo patamar, em US$ 46 bilhões, ou R$ 154 bilhões. Pimentel disse que o faturamento deve refletir a ligeira elevação da produção e de preço, que ele estima entre 6% e 7%. Segundo o presidente da Abit, o reajuste não recupera a margem de lucro do setor e é apenas “derivado do aumento de custos”.

No ano passado, a venda de vestuário no varejo registrou aumento de 7,6% e um faturamento de US$ 45 bilhões, ou R$ 144 bilhões. A produção de peças de confecção cresceu 3,5%. Para o segundo semestre, a expectativa é de melhora para o setor.

Para 2019, a Abit afirma ter uma “visão positiva” e “favorável” neste momento. Pimentel afirmou que, no ano que vem, o país terá retirado “elementos de incerteza do processo”. Para ele, seja quem for o candidato vencedor nas eleições de outubro, “as políticas [do futuro presidente] estarão explícitas”. Para 2019, a entidade prevê um crescimento na produção de cerca de 3% e um aumento no varejo entre 3% a 4%. Com Agência Brasil

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