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São Paulo tem 25 das 40 microrregiões mais competitivas do Brasil, diz FGV

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A lista das 40 microrregiões mais competitivas do Brasil tem 25 representantes do estado de São Paulo e nenhum das regiões Nordeste e Norte, informou na segunda (8) a Fundação Getúlio Vargas, na pesquisa Perfil da Competitividade Brasileira.

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O estudo avaliou 14 dimensões que incluem educação básica, profissional e superior, infraestrutura, logística, sustentabilidade, performance do setor público, mercado de trabalho e tamanho do mercado. Em suas conclusões, a pesquisa destaca que encontrou “acentuadas assimetrias entre as microrregiões” e também uma “heterogeneidade de vocações”.

As dez mais bem colocadas no indicador que agrega todas as informações foram São Paulo, Campinas, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Jundiaí, Guarulhos, Rio de Janeiro, Caxias do Sul e São José dos Campos. Entre as 40, há 25 microrregiões paulistas, cinco catarinenses, quatro paranaenses, três gaúchas, além do Rio de Janeiro, do Distrito Federal (19ª) e de Belo Horizonte (22ª).

Nos dados desagregados por indicador, as cidades paulistas continuam com destaque, como em logística, que tem Guarulhos em primeiro, Rio de Janeiro em segundo e Campinas em terceiro. Em saúde, a microrregião de Barretos (SP) é a primeira colocada, seguida pela também paulista Tupã. Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, é a terceira, e, mais uma vez, nenhuma cidade do Norte e Nordeste aparece no ranking das 40 mais bem posicionadas.

No indicador educação básica, as seis primeiras microrregiões listadas são de São Paulo, com Fernandópolis, Marília e Jundiaí nas primeiras colocações. Entre as 40, 24 são paulistas, oito, mineiras, cinco, fluminenses e duas, catarinenses. Fernando de Noronha (PE), aparece na 21ª posição.

No ranking de competitividade por agricultura e extrativismo, o estado de Mato Grosso tem 14 representantes, incluindo os sete primeiros. Alto Teles Pires é o primeiro colocado, seguido por Paranatinga e Primavera do Leste.

A pesquisa também avaliou os setores da economia brasileira mais expostos à taxa de câmbio e apontou máquinas e equipamentos, indústria extrativa e indústria química como os mais vulneráveis. Com Agência Brasil

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