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MPF suspeita que ainda há joias ocultas de Cabral e Adriana Ancelmo

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A compra de joias com dinheiro em espécie para lavagem de ativos era uma das estratégias da quadrilha que o Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça na Operação Calicute. O ex-governador Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, foi acusado de chefiar o grupo. Ele e a mulher, Adriana Ancelmo, ainda teriam joias a serem encontradas, segundo aponta a investigação em curso.

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Em entrevista concedida nesta quarta (7), o procurador regional da República José Augusto Vagos disse que ainda podem ser encontradas joias. “É uma tipologia tradicional na lavagem de dinheiro. Consegue-se trocar grandes valores de dinheiro, difíceis de serem guardados, por objetos pequenos e fáceis de ser ocultados. Nossa suspeita é que há joias escondidas, que não foram encontradas até hoje. A quantidade de joias compradas é muito maior do que as que foram encontradas na deflagração [da operação policial]”, afirmou o procurador. Para Vagos, cerca de R$ 6 milhões foram lavados dessa forma.

Crime permanente
Segundo o procurador, a ocultação das joias constitui crime permanente e pode render prisão em flagrante. A identificação dos objetos de valor ocorreu em grande parte após a deflagração da operação, desde a qual foram presos Cabral, sua mulher, dois ex-secretários e mais seis pessoas.

Gerentes das joalheirias H.Stern e Antônio Bernardo, em que as compras eram efetuadas, foram ouvidos e precisaram o valor e a quantidade de joias adquiridas pelo casal.

A possibilidade de ocultação das joias foi um dos motivos para que a prisão preventiva de Adriana Ancelmo fosse pedida novamente pelo MPF e executada na tarde desta terça (6). Na deflagração da Calicute, no mês passado, já havia um pedido semelhante, que foi negado, e Adriana foi conduzida coercitivamente a depor.

A Polícia Federal encontrou R$ 53.050 mil em espécie quando foi prender Adriana Ancelmo, ontem. Cerca de 100 acessórios identificados como possíveis joias ainda precisam ser periciados para que se confirmem objetos de valor. Três laptops e dois tablets também foram apreendidos.

Conforme a denúncia apresentada pelo MPF, a ex-primeira dama recebeu R$ 1,5 milhão lavados no esquema de corrupção. Cerca de R$ 500 mil foram entregues em seu escritório, em espécie.

As investigações indicam que Cabral presenteou Adriana Ancelmo em seu aniversário com três jóias avaliadas em R$ 1 milhão. Quando completaram 10 anos de casamento, os dois compraram joias no valor de R$ 1 milhão. As compras eram feitas sem notas fiscais, que só foram emitidas após a deflagração da Operação Calicute.

Ex-primeira-dama
A advogada Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, está sozinha em uma das celas da Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste da capital Fluminense. Ela foi presa nesta terça (6) por suspeita de crime de lavagem de dinheiro e associação à organização criminosa, segundo investigações da Polícia Federal que originaram a Operação Calicute.

De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), ela está presa na galeria para internas com nível superior, onde há nove celas e 18 vagas. Por haver apenas sete internas no local, Adriana pode ficar sozinha na cela de 6 m² que tem uma beliche de alvenaria, um chuveiro, uma pia e um dispositivo sanitário no chão.

Ainda segundo a secretaria, Adriana passa bem e se alimentou normalmente. Ela terá direito a visitas que serão cadastradas e terão suas carteirinhas de visitante expedidas em um prazo de até quinze dias, no mesmo procedimento feito para todos os internos. Até o momento, ela não recebeu visitas, informou a Seap.

As denúncias do Ministério Público Federal (MPF) apontam que Adriana participou do desvio de milhões de reais de dos cofres públicos em compras de joias sem nota fiscal. Ainda segundo o MPF a ex-primeira-dama usava codinomes para comprar as joias e assim ter seu nome ocultado das transações. O dinheiro seriam de propinas pagas à organização criminosa liderada pelo ex-governador. Com Agência Brasil

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