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Ferrugem lança novo DVD

Se alguém porventura ainda não o conhecia, agora será ruim de ignorar – porque é com a satisfação escancarada em um sorriso no rosto e uma voz maior que o mundo que Jheison Failde de Souza vem mostrar, ao vivo e em cores, a razão de ter se tornado um ídolo da música popular brasileira. “Prazer, eu sou Ferrugem” não é apenas o primeiro DVD do cantor e compositor de Campo Grande, Zona Oeste do Rio. É a realização artística de um cara que está desde criança buscando seu espaço nas rodas e que agora, aos 29 anos de idade, pode-se dizer uma das vozes mais populares e reconhecíveis da renovação do samba – além de uma das figuras mais queridas da cena.

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Apresentações iniciais feitas, agora é hora de conhecer melhor o Ferrugem: aquele menino batalhador, positivo, com muita fé em Deus, que não é qualquer tempestade que vai envergar. Sujeito que sabe chegar junto, com decisão, mas também com humildade. E que conquista a todos com um magnetismo que não dá bem para explicar – é coisa divina mesmo.

Gravado ao vivo, em 19 de outubro do ano passado, no Barra Music, templo da música da Zona Oeste carioca, “Prazer, eu sou Ferrugem” é o samba em traje esporte fino. “Juntei uma galera grande para fazer um DVD à altura do nosso sonho. Demorou, mas agora tenho uma trajetória para mostrar”, diz ele.

Uma parte do novo trabalho é puro luxo, que vai das roupas do cantor e dos músicos (entre eles, os mestres Prateado e Jota Moraes) aos arranjos dos seus sambas, embelezados por cordas, sopros e corais. Já a outra parte é total descontração, a mais completa alegria de estar vivo.

Com um mar de luzes dos celulares de seu público a sua frente, ensopado de paixão, Ferrugem surge no palco, abrindo a noite estrelada com “O som do tambor”, um dos sucessos de seu segundo álbum, “Seja o que Deus quiser”, do ano passado. É, de cara, uma boa mostra da riqueza de seus sambas, que está tanto na franqueza de suas letras, vindas diretamente do coração, quanto na tradição de seus batuques e no esmero com que ele trama suas melodias, harmonias e orquestrações. Ferrugem é sambista de linhagem.

A noite segue com músicas inéditas: o divertido samba-rock “Prazer, eu sou Ferrugem” (presente de Ricardinho, dos Demônios da Garoa, em que ele propõe ir “climatizando até o sol raiar”) e o “Samba blues”, na qual consegue inverter a lógica do lamento musical dos negros americanos ao criar um híbrido totalmente otimista. Ao longo do caminho, Ferrugem abre a voz com gosto por cima de um exuberante arranjo de cordas em “Meu bem” e depois solta as rédeas do romantismo em “O meu coração tem medo”, “Pirata e tesouro” (número novo, cheio de conselhos amorosos ao pé do ouvido), “Pra você acreditar” e “Minha namorada” (parceria de Cleitinho Persona e Lucas Morato, que exprime com perfeição o arrepio que os primeiros amores provocam).

Chega a hora então dos convidados especiais – que não são poucos e não são qualquer um. Com o ídolo Péricles, o cantor divide, honrado, a autobiográfica “Davi”, samba que dá dimensão bíblica a sua luta (“quando a vida pra mim foi Golias, eu virei um Davi”). “Sou seu fã”, devolve Péricles, num momento de grande emoção que se prolonga nos duetos de Ferrugem com Marcos e Belutti (em “Flashback”), Nego do Borel (na safadinha “Eu te homenageava”), Thiaguinho (em “Pra você dar o nome”, samba que roça lá na bossa nova), Suel do Imaginasamba (“Três palavras”), Bruno Cardoso do Sorriso Maroto (“É natural”) e Ludmilla (“Paciência”).

E o tempo parece curto para tudo que o sambista tem a mostrar. Não poderiam faltar, no DVD, alguns destaques de seu último álbum, como “Você e eu” (dedicada à ex-mulher, mãe de sua filha, que faleceu em 2015), “Eu juro” e “Eu sou feliz assim” (sobre o cara que abdica de tudo o que o dinheiro pode proporcionar em prol daquilo que só um grande amor dá). Ou então, pérolas como “Saudade não é solidão” e a inédita “Sinto sua falta”, para não falar nas animadas “Tentei ser incrível” (em que ele apresenta “o pai da criança” e seu grande parceiro, o cavaquinista Lincoln de Lima) e “Em turnê”. Tudo isso leva à emocionada “Dentro de um pandeiro”, canção com a qual o cantor renova, a cada show, a sua profissão de fé no samba.

Na reta final, é a vez dos grandes sucessos “Ensaboado” e “Climatizar” – sim, claro, aquele samba gostoso e alto astral onde, como ele lembra, “tudo começou”. E o gostinho que fica logo que os músicos recolhem seus instrumentos é o de quero mais. Com todo o prazer (e amadurecimento), Ferrugem avisa que isso é só o início – muito ainda vai se ouvir desse rapaz!

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