Banner Águas de Pará de Minas   Banner Facebook

Pequenos avanços são constatados por vereadores do Rio no Parque Olímpico da Barra

No primeiro aniversário dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, vereadores da capital fluminense fizeram nesta sexta (4) a segunda visita às instalações do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. Os integrantes Comissão de Esportes e Lazer da Câmara Municipal acreditam que há pouco o que comemorar, mas registraram que as instalações já não se encontram ociosas como antes e houve melhorias nos equipamentos de responsabilidade da prefeitura.

Curta a página do Portal GRNEWS no Facebook Siga o Portal GRNEWS no twitter

O município gerencia o Centro Olímpico de Esportes Aquáticos, a Arena do Futuro e a Arena 3. As demais instalações são geridas pelo Ministério dos Esportes, por meio da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO).

Entre os meses de março e abril, a comissão fez diligências em todas as instalações e promoveu audiência pública para pedir explicações às autoridades competentes. Para o vereador Felipe Michel (PSDB) , houve avanços desde então. “Quando começamos nossa série de diligências em março, vimos um deserto, verdadeiramente um largado olímpico. Hoje vemos que a Arena 3 já está se transformando em legado olímpico, com atividades esportivas ocupando o espaço, o que é importante para nossa cidade”, afirmou.

“Ainda está aquém, mas está melhorando. O que muito nos preocupa é a falta de uma brigada de incêndio nos equipamentos, falta de seguro. Precisamos fiscalizar isso, pois isso é um dinheiro público, dinheiro nosso”, declarou ao lembrar do incêndio que atingiu o velódromo do parque, na madrugada do dia 30. O local não tinha brigada nem seguro.

Michel criticou o fato de não terem podido visitar as instalações sob a tutela da AGLO, apesar de terem sido enviados ofícios informando sobre a visita. Segundo ele, existe uma barreira entre as administrações das esferas federal e municipal, o que prejudica a cidade.

“A prefeitura está de um lado, o governo federal está de outro e o legado é da cidade do Rio. Sabemos que a prefeitura não tem caixa, então, a verba federal poderia ser disponibilizada, junto com parcerias público-privadas. Fica a ideia para uma boa saída”, aponta o vereador.

O presidente da AGLO, Paulo Márcio Mello, informou nesta sexta (4) que a Arena Carioca 2 será totalmente reformada até novembro deste ano, para se transformar em centro de treinamento poliesportivo. Para a manutenção do legado esportivo, o orçamento deste ano é de R$ 45 milhões. Segundo ele, a prestação de contas dos Jogos já foi entregue. “Elas [as contas] estão sendo analisadas pelos órgãos de controle externo e qualquer questionamento que venha ser feito à AGLO, vamos obter as informações e prestar a esses órgãos”, disse.

De acordo com Mello, a AGLO foi criada em março deste ano, porque a prefeitura do Rio, que inicialmente teria responsabilidade por todo o Parque Olímpico, não conseguiu firmar parcerias público-privadas para a maioria das arenas e, por isso, passou as Arenas 1 e 2, Velódromo e Centro de Tênis para a União.

O vereador Ítalo Ciba (PT do B) também defendeu parcerias com o setor privado para buscar uma saída sustentável para a administração do espaço. “Sabemos que a prefeitura está com dificuldade, o país todo, mas se trabalharmos para isso, conseguiremos parcerias”.

Ele adiantou que a comissão fará diligência no Parque Radical, em Deodoro, zona oeste. A área de Deodoro é administrada pela AGL e pelo Exército.

Outro lado

A prefeitura do Rio, por intermédio da Subsecretaria de Esporte e Lazer, é responsável pela Arena 3. O espaço foi reaberto no dia 7 de março deste ano. A assessoria do prefeito Marcelo Crivella informou que desde então, são realizadas no local oficinas de iniciação esportiva, treinos e competições, em parceria com as federações das modalidades de Ginástica Artística, Futsal, Handball, Tênis de Mesa, Judô e Badminton.

Sobre a Arena do Futuro e o Parque Aquático, a prefeitura informa que apesar da desmontagem das estruturas já estar prevista desde a concepção do projeto, a antiga gestão não destinou recursos para a execução dos serviços na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017. “Com a restrição orçamentária e o déficit identificado no primeiro dia de governo, a prefeitura vem estudando mecanismos econômico-financeiros para realizar a desmontagem desses equipamentos”, diz a nota.

Também não há destinação orçamentária para a montagem das escolas previstas no projeto inicial. No momento, declara a assessoria, a prioridade da prefeitura é conseguir recursos para finalizar 30 escolas do amanhã – projeto de ensino integral da prefeitura – e recuperar as antigas unidades que necessitam de reforma.

Quanto ao Parque Aquático, as duas piscinas foram retiradas do local pelo Exército, ainda em fevereiro de 2017. A piscina de três metros de profundidade foi doada para o Centro de Capacitação Física do Exército, no Forte São João, na Urca, Zona Sul do Rio. A outra, a de aquecimento, ficará guardada pelo Exército até definição do seu destino, conforme acertado entre a prefeitura do Rio, o Ministério dos Esportes e o Exército.

O parque olímpico

A construção do parque custou R$ 2,5 bilhões e deveria ser o maior legado deixado pelos Jogos Olímpicos à cidade. Já houve tentativas de passar a área à iniciativa privada, mas nenhuma empresa se interessou. O espaço receberá o Rock in Rio, em setembro. O parque foi construído sobre o antigo Autódromo Internacional Nelson Piquet, que já havia sido modificado anteriormente para a criação da Cidade dos Esportes para os Jogos Pan-Americanos de 2007. A construção teve início em 2012 e durou quatro anos.

Os prédios onde a imprensa trabalhou durante os Jogos foram construídos pelo consórcio Rio Mais. São instalações não esportivas privadas, cujo plano é o uso comercial. De acordo com o planejamento, futuramente, o lado leste do parque abrigaria o Centro Olímpico de Treinamento, formado por algumas das arenas, por um alojamento e por uma pista de atletismo. No lado oeste, seriam erguidos prédios comerciais e residenciais, transformando a região em um mini bairro. Com Agência Brasil

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*

shop giày nữthời trang f5Responsive WordPress Themenha cap 4 nong thongiay cao gotgiay nu 2015mau biet thu deptoc dephouse beautifulgiay the thao nugiay luoi nutạp chí phụ nữhardware resourcesshop giày lườithời trang nam hàn quốcgiày hàn quốcgiày nam 2015shop giày onlineáo sơ mi hàn quốcshop thời trang nam nữdiễn đàn người tiêu dùngdiễn đàn thời tranggiày thể thao nữ hcm