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Construção de Vila do Artesanato motiva artesãos

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A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) vai iniciar nos próximos dias os procedimentos para a implantação da Vila do Artesanato em Araxá, no Território Triângulo Sul. Segundo a diretora de Fomento à Indústria Criativa da Codemig, Fernanda Medeiros, a primeira medida será ouvir a população e os artesãos da região para definir a localização e o melhor modelo de gestão.

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A licitação para construção da Vila do Artesanato está prevista para janeiro de 2017. “Primeiro vamos ouvir os artesãos e os representantes do setor para elaborar um projeto que leve em consideração a melhor forma de gerir e escoar a produção. A nossa proposta é construir um equipamento democrático, onde todos os artesãos tenham espaço para mostrar seus trabalhos”, afirma Fernanda Medeiros.

A construção da Vila do Artesanato na cidade de Araxá foi anunciada na última semana pelo governador Fernando Pimentel e pela Codemig. O objetivo do espaço é fomentar, fortalecer a produção e comercialização do artesanato regional, visando alavancar o seu reconhecimento e participação no turismo e na economia regional.

Ação permanente
De acordo com diretora de Fomento à Indústria Criativa da Codemig, o projeto contempla uma das metas da política pública do Governo de Minas Gerais para o artesanato, que é estabelecer ações permanentes para o segmento. “A vila dará mais dinâmica ao turismo local, concentrando no mesmo espaço toda a produção artesanal”, afirma Fernanda Medeiros.

A Vila do Artesanato é uma demanda antiga do município de Araxá. O espaço irá reunir artesãos de diversas especialidades regionais, como tecelagem, bordados, doces, peças em couro, em madeira e produtos das termas medicinais.

Organização e atrativo
Os fabricantes de artesanato da Associação dos Artesãos e Doceiros de Araxá aguardam com expectativa a construção da vila. Atualmente, eles expõem os trabalhos em barracas montadas na feira, que acontece nos fins de semana e feriados, no entorno do Parque do Barreiro.

“Hoje expomos a céu aberto, sujeitos à chuva e ao sol, que prejudicam as mercadorias. Então, a construção da vila vai trazer mais conforto e segurança para os artesãos e para os clientes, uma vez que teremos lojas fixas. Além disso, poderemos nos organizar melhor e aumentar a quantidade de produtos expostos”, diz, otimista, Antonio Trevisan, presidente da entidade.

A associação possui cerca de cem artesãos. Doralice Rita é uma das associadas. Ela fabrica cosméticos artesanais, como sabonetes de lama negra medicinal, de água sulfurosa e sais para banhos. Ela não vê a hora de expor seus produtos na Vila do Artesanato. “Será um lugar mais apresentável e atrativo para os turistas”, comemora.

Identidade
O setor de tecelagem também está confiante. As tecelãs da Fundação Calmon Barreto, por exemplo, consideram que a Vila do Artesanato vai dar identidade ao trabalho feito exclusivamente na região, criar uma padronização e agregar valor ao produto.

“Aqui recebemos turistas nacionais e internacionais. Então, o projeto será extremamente importante para levar o nome de Araxá para outras fronteiras”, afirma a coordenadora da fundação, Fernanda Barcelos.

A Calmon Barreto é conhecida por incentivar a tecelagem tradicional do município. Nove artesãs trabalham nos teares da fundação, na fiação da lã e do algodão e na fabricação das peças, como cachecol, toalhas de mesa, colchas de cama, jogos americanos, tapetes modelo persa…

“Aqui mantemos a técnica tradicional da tecelagem, adaptando os produtos às tendências do mercado”, afirma a tecelã Maria do Carmo, de 52 anos, que vive do artesanato. Ela acredita que a Vila do Artesanato irá divulgar e criar mais oportunidade para os artesãos da cidade.

Turismo e negócios
O artesanato movimenta a economia local e atrai os turistas que visitam Araxá, principalmente a Estancia Hidromineral do Barreiro, famosa pelo poder de suas águas e lama medicinais.

Outros atrativos são os esportes de aventura, como voo de paraglider ou de asa delta. Os amantes do ecoturismo têm opções para pescar, cavalgar, fazer trekking e trail de moto ou jipe pela região.

Em Minas Gerais existem cerca de 300 mil artesãos. A cadeia produtiva da atividade movimenta anualmente cerca de R$ 2,2 bilhões para a economia do estado.

O artesanato mineiro é importante patrimônio mineiro, ocupando papel central para a formação da identidade e diversidade cultural de Minas Gerais e gerando renda e desenvolvimento socioeconômico. Com Agência Minas

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