Banner Águas de Pará de Minas   Prefeitura de Pará de Minas

Goldfajn diz ser viável aprovação de autonomia do BC ainda neste semestre

Antonio Cruz/ Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, avaliou nesta segunda (2) que é viável a aprovação, no Congresso Nacional, de proposta que prevê autonomia do Banco Central ainda neste semestre. Goldfajn fez uma palestra na Fundação Getulio Vargas (FGV) e afirmou que considera viável a aprovação antes da “turbulência do período eleitoral”, ainda no primeiro semestre.

Curta a página do Portal GRNEWS no Facebook Siga o Portal GRNEWS no twitter

“Acho que sim. Acho que é viável”, disse. “O Banco Central é o único [órgão] que regula um setor e não tem um mandato fixo que outras agências têm. Certamente é o único banco central do mundo que não tem autonomia por lei. Entre os outros 60 maiores bancos do mundo, somos o único diferente. Chegou o momento de a gente mudar isso”, acrescentou.

A reforma é defendida pelo governo e propõe um mandato fixo para o presidente e diretores do Banco Central, que seria não coincidente com o do presidente da República. “Outras reformas, principalmente as reformas fiscais, mexem com interesse e com o bolso das pessoas. E a autonomia do Banco Central é uma reforma que, se tiver clareza, reduz o prêmio de risco sem gastar um centavo”, completou.

Em sua palestra, o presidente do BC defendeu que o Brasil terá pela frente o desafio de manter a inflação e os juros em patamares historicamente baixos. Goldfajn disse que a economia brasileira passará por transformações se essas taxas permanecerem baixas.

“Queremos que o que ocorreu na queda da inflação fique conosco para sempre. O trabalho difícil começa agora: manter essa conquista da queda da inflação e juros”, afirmou. “Se a gente conseguir fazer isso, vai acontecer uma mudança muito grande no sistema financeiro. O sistema financeiro e a economia brasileira nunca conviveram com juros baixos.”

A previsão do Banco Central é que a inflação fique em 3,8% ao ano em dezembro de 2018 e suba para 4,1% em dezembro de 2019. A Selic está em 6,5% ao ano, e Goldfajn reafirmou a tendência de redução na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Monetária (Copom), caso as condições da economia permaneçam como estão. A taxa impacta o crédito e é utilizada como instrumento para controlar a inflação, aproximando-a do centro da meta do governo para este ano, que é de 4,5%, com limite de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

O presidente do BC alertou que o cenário internacional favorável a países emergentes não vai ficará inalterado e defendeu que é preciso fazer ajustes e reformas neste período em que outras economias estão crescendo, e os juros estão baixos internacionalmente. “Devemos avançar o máximo possível até lá”, disse. Com Agência Brasil

shop giày nữthời trang f5Responsive WordPress Themenha cap 4 nong thongiay cao gotgiay nu 2015mau biet thu deptoc dephouse beautifulgiay the thao nugiay luoi nutạp chí phụ nữhardware resourcesshop giày lườithời trang nam hàn quốcgiày hàn quốcgiày nam 2015shop giày onlineáo sơ mi hàn quốcshop thời trang nam nữdiễn đàn người tiêu dùngdiễn đàn thời tranggiày thể thao nữ hcm