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Cafeicultores mineiros recebem 170 certificados internacionais do IMA

Divulgação/Fazenda Santa Mônica

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) está completando um ano da entrega dos primeiros certificados emitidos em parceria com a organização holandesa UTZ para propriedades cafeeiras no estado. Nos últimos 12 meses foram emitidos certificados internacionais IMA/UTZ para 170 propriedades de café em todo o território mineiro.

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A entidade holandesa é uma das maiores organizações do setor em todo o mundo. Para se ter uma ideia, a logomarca da UTZ está presente em mais de 13 mil marcas de produtos em 130 países entre café, chás e chocolates.

A certificação IMA/ UTZ concede aos cafeicultores um novo e importante valor agregado, que confere à sua produção maior competitividade e acesso aos mercados nacional e internacional, inclusive possibilitando melhores preços para o seu produto.

Para receber o certificado os produtores passam por auditoria realizada pelo IMA, que verifica o cumprimento de 28 itens obrigatórios distribuídos em cinco áreas, representadas por lavoura, rastreabilidade, responsabilidade ambiental e social, capacitação e gestão da propriedade. É necessário que o produtor obtenha uma pontuação mínima de 80 pontos no cumprimento das normas para obter a certificação.

Vendas para a Coreia
O produtor Arthur Moscofian é proprietário da Fazenda Santa Mônica, localizada na cidade de Serrania (MG). Desde que certificou seu café há um ano com o selo IMA/UTZ, obteve aumento de 30% nas vendas de café torrado para o mercado doméstico, dando um salto de 15 para 19 toneladas apenas em 2017.

“A certificação foi a melhor coisa que aconteceu para os produtores mineiros, não apenas por agregar valor ao nosso produto, mas também para esclarecer aspectos em relação ao Programa Certifica Minas Café, que legitima nosso produto para a exportação”, disse. Com a certificação IMA/UTZ, Moscofian aumentou as vendas de café in natura para a Coreia, Estados Unidos e tem a expectativa de conquistar o mercado chinês.

Alcance social
O diretor-geral do IMA Marcílio de Souza Magalhães argumenta que para receber o certificado IMA/UTZ a propriedade precisa participar do programa Certifica Minas Café, iniciativa do Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e operacionalizada pelo IMA com a assistência técnica da Emater-MG.

Esse programa tem o objetivo de ajudar os produtores a adotarem boas práticas de produção com responsabilidade socioambiental, contribuindo para a melhoria da gestão desses empreendimentos. O selo do Certifica Minas Café já foi concedido para cerca de 1200 propriedades em todo o estado.

Magalhães lembra o alcance social da iniciativa pois no primeiro ano a certificação IMA/UTZ é gratuita. “Se fosse fazer por uma empresa privada, cada produtor gastaria, em média, 5 mil reais. É importante ressaltar também que para os produtores da agricultura familiar que participam dessa parceria não há cobrança de taxas”, diz.

Melhorias sociais e ambientais
Ao preparar-se para passar pela auditora do IMA com vistas à certificação, o produtor Cezar Rennó Moreira da Fazenda Senhora de Fátima, município de Santa Rita do Sapucaí, teve que adequar-se às boas práticas de produção do café, desde o manejo até o armazenamento. Isso contribuiu para que otimizasse as áreas de responsabilidade social e de meio ambiente em sua fazenda.

“Investimos na coleta seletiva de lixo e treinamos nossos colaboradores para diversas atividades relacionadas ao meio ambiente”, comemora Moreira, que ganhou recentemente importante prêmio ambiental da cidade pelo trabalho em respeito ao meio ambiente. O produtor comercializa café in natura para o estado de São Paulo e todo o território mineiro e pretende ainda este ano conquistar mercados internacionais.

“Os compradores priorizam os produtores certificados com este selo. Apesar do mercado de café não estar aquecido, minha expectativa é de retomada da economia”. Mesmo com a economia não favorável, o produtor comemora aumento de 10% em suas vendas em 2017.

Modernização da fazenda
A Fazenda Jambo e o Sitio Cafundó, localizados na região do município de Machado têm muitos motivos para comemorar. Só no ano passado foram escoadas 1,5 mil sacas de café in natura para cooperativas da região. A produtora Karine Miguel conta que a conquista do selo IMA/UTZ agregou não apenas valor ao seu café, mas que modernizou a antiga fazenda, tanto em estrutura como em práticas de produção.

“Agora com o selo, podemos dizer que estamos alinhados ao que existe de mais moderno na cafeicultura. Renovamos por completo a estrutura da fazenda e do sítio, atendendo a todas as adequações e normas estabelecidas pela auditoria. E vamos continuar renovando e melhorando sempre”, garante.

Em 2017 a produtora optou por não comercializar o café para o mercado interno para investir nos processos de adequação, porém, já este ano, pretende retomar as vendas de café in natura para outros estados. “Vamos investir muito para que a longo prazo possamos vender nosso café para o exterior”, projeta. Com Agência Minas

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