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Ações do Estado de MG colaboram para reduzir o desmatamento da Mata Atlântica

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O desmatamento da área remanescente da Mata Atlântica, em Minas Gerais, apresentou uma redução de 34%, em comparação ao período anterior. Os dados foram divulgados pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que, desde a década de 1990, acompanham os efeitos da ação humana sobre os remanescentes florestais. O mapeamento é realizado em 17 estados brasileiros.

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Minas Gerais é o estado que possui a maior área remanescente de Mata Atlântica do país. São 2.864.487 hectares do bioma, cerca de 500 mil hectares a mais do que o estado de São Paulo. Entre as medidas adotadas para reduzir o desmatamento na Mata Atlântica, estão o fomento florestal para a recuperação das áreas degradadas e a fiscalização ostensiva para coibir o desmatamento ilegal.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Sávio Souza Cruz, o atual governo ficará permanentemente atento à questão do desmatamento da Mata Atlântica, implementando ações que objetivam não somente coibir o desmatamento, mas também recuperar as áreas já devastadas.

Recuperação de áreas degradadas
O Instituto Estadual de Florestas (IEF) mantém ações que visam a recuperação das áreas degradadas e a manutenção do equilíbrio ambiental, garantindo a diversidade biológica, a produção da água, a estabilidade climática e a qualidade do solo. O fomento também tem como função reduzir a pressão sobre as florestas nativas, por meio da exploração da madeira.

O IEF é o órgão do Governo de Minas Gerais responsável pela produção das mudas utilizadas em vários projetos de fomento florestal no Estado. Todas são fornecidas a proprietários cadastrados junto ao Instituto no programa de fomento ambiental e social ou em projetos desenvolvidos em parceria com outras organizações.

Ações de fiscalização
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) já realizou três grandes operações em 2015 para coibir o desmatamento ilegal de Mata Atlântica.

Em março, a Operação Macaco Muriqui 3 embargou 550 hectares de áreas do bioma desmatadas ilegalmente e aplicou multas num total de R$ 5,8 milhões. A ação foi realizada no nordeste do estado. A região, segundo os dados do Sisema, concentra os três municípios do estado onde mais se encontram desmatamentos: Ladainha, Itaipé e Novo Cruzeiro.

Desde o dia 26 de maio, está em curso a Operação Serra Negra, na região do Vale do Rio Jequitinhonha. Até o momento, a operação apresentou os seguintes resultados:

– Embargo de 517 hectares de áreas do bioma Mata Atlântica, desmatados ilegalmente;

– Aplicação de R$ 1,72 mil de multas;

– Apreensão de 4.855 estéreis de madeira;

– 56 mdc de carvão apreendidos.

Também em maio, os fiscais da Semad realizaram uma ação nos municípios de Matozinhos, Sete Lagoas, Pitangui e Divinópolis, com o objetivo de coibir o transporte e o consumo ilegal de carvão vegetal. O trabalho foi realizado nas empresas consumidoras de carvão e foi verificada toda a documentação referente às cargas de carvão, além da documentação ambiental da siderurgia.

Foram fiscalizadas 12 empresas e apreendidos aproximadamente 500 metros cúbicos de carvão. Além disso, foram apreendidos sete caminhões com carvão vegetal. No total, foram aplicados, aproximadamente, R$ 300 mil em multas. Com Agência Minas

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