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Fhemig alerta para os perigos de deixar produtos químicos ao alcance de crianças

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Na última semana, uma criança de três anos foi levada ao Hospital João XXIII, da Rede Fhemig, depois de ingerir organofosforado, um produto praguicida (agrotóxico) que estava armazenado em uma garrafa PET e ao alcance do menino. C.L.D., que chegou à unidade em estado grave, não resistiu à intoxicação e acabou falecendo após uma parada cardiorrespiratória.

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Segundo o coordenador da Toxicologia do HJXXIII, Délio Campolina, as vítimas deste tipo de acidente têm normalmente entre 1 e 4 anos de idade. “Há pessoas que adquirem este tipo de produto e não têm conhecimento algum para manuseá-lo. Certas substâncias deveriam ser vendidas apenas para profissionais da área relacionada a elas”, opina o médico.

Apesar da comercialização de algumas substâncias tóxicas serem controladas, as pessoas conseguem adquiri-las de forma clandestina. Délio Campolina alerta a quem tenha crianças ou pessoas vulneráveis em casa, para não manter esses produtos dentro do lar. Se realmente não houver alternativa, que sejam trancados ou deixados totalmente fora de alcance delas.

Perigo

Deixar produtos químicos à vista de crianças é um erro. O problema se agrava quando o composto é armazenado em garrafas de refrigerante ou água, o que pode confundir pessoas vulneráveis, como as crianças. Certas substâncias, como alguns produtos de limpeza (detergentes, desengordurantes, limpa-pedras e solventes), são vendidas clandestinamente em alta concentração, sendo compostas por ácidos ou bases potentes bem mais fortes que os encontrados nas mercadorias vistas nos supermercados.

“As lesões e sequelas causadas por produtos como estes começam desde a boca, e podem queimar esôfago, estômago e intestino. Há ainda a possibilidade de ulceração e necrose de órgãos, além de infecções graves”, alerta Délio Campolina.

Em 2014, 152 crianças de 0 a 12 anos foram atendidas no Hospital Joâo XXIII por motivos como este. Isso representa 24,5% de todas as vítimas de intoxicação por produtos químicos que deram entrada na unidade neste ano. Somente em 2015, até o dia 25 de março, 44 crianças receberam atendimento pela mesma causa.

Emergência

No caso de uma intoxicação por produto químico a conduta inicial dependerá do agente ingerido. “Se houver ingestão de produtos agrotóxicos, que são venenosos, é adequado provocar o vômito da criança, já que a substância tóxica, quanto mais tempo dentro do organismo, mais letal se torna”, explica o coordenador de Toxicologia. Já nos casos de produtos corrosivos, como os de limpeza, deve-se limpar a boca com gaze.

Em qualquer situação, é importante encaminhar a vítima imediatamente ao hospital para que ela seja examinada, e se necessário, que seja realizada a desintoxicação. “A medida de descontaminação deve ser o mais precoce possível. A recomendação geral é fazer contato com o centro de toxicologia, realizar o procedimento instruído pelo atendente e, na sequência, procurar atendimento na unidade de saúde mais próxima”, afirma Campolina.

O Centro de Informações e Assistência Toxicológica de Belo Horizonte (CIAT-BH) fica localizado na própria unidade de Toxicologia do HJXXIII e fornece orientações em caso de acidentes. Os telefones são (31) 3239-9308 / 3292-9224 / 3224 4000 ou 0800 7226001. Com Agência Minas

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